domingo, 6 de abril de 2014

Viver é Bom! Superação física e mental nos faz sentir super-humanos!!!





Refeição Cultural


Como é bom estar em casa, estar com a família após uma semana de seis longos dias de viagens e conversas com bancários e bancárias por todo o país.

Acordei quebradão neste domingo de sol devido à longa semana de trabalho. Tomei coragem, venci o cansaço e saí para correr.

Após conversar um tempão com os vizinhos do prédio, saí pensando em correr ao menos uns 30 minutos para tirar a semana das costas. Mentalizei muito durante a corrida porque tenho que acompanhar as dores nos calcanhares e demais locais pelo cansaço físico e mental. Mas mentalmente estava cantando Welcome to the jungle... (afinal, vivemos numa selva mesmo).

Fui correndo até a pista de 500 metros do parque, dei quatro voltas lá e meu corpo foi dando sinais de que aguentava mais. Encarei a primeira subidona, dei a volta completa no Parque Continental, desci a Franz Voegeli, subi de volta o quilômetro dela e ao final completei 55 minutos de corrida. Que sensação incrível!


SUPERAÇÕES FÍSICAS

As pessoas deveriam experimentar essas atividades que nos testam como seres dotados de capacidade de superação. Saltar de paraquedas como já fiz, andar 80 km como faço todo ano lá em MG, correr e superar condições adversas e testar novos limites para seu corpo, são coisas que nos fazem sentir super-humanos.


FORMAÇÃO

O mesmo se dá quando temos desafios duros no trabalho ou no movimento social como, por exemplo, fazer acontecer diversos cursos de formação nos últimos anos, mesmo sabendo que na hora H vai faltar dinheiro e sobrar desculpas para as pessoas e entidades falarem que não puderam etc. Com empenho e gana e parceria das entidades e dos própri@s participantes, estivemos com mais de 350 pessoas em formação no período em que estou à frente da formação da Contraf-CUT.


LEITURAS

Antes de correr, já li também um pouco do quarto volume de O Tempo e o Vento, de Érico Veríssimo.


VIVER É BOM!

Ou seja, a frase dita pelos Rodrigos (Cambarás), tanto avô no século XIX quanto o neto no século XX, é sempre uma coisa que ficou martelando em minha mente depois que comecei a epopeia dos sete volumes de Érico Veríssimo.

Viver é Bom! Nada como uma boa corrida de superação, uma boa leitura, um bom sexo e o descanso no seu reino, na sua casa, em família.

É isso!

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