domingo, 14 de dezembro de 2014

São Silvestre, Aquário e Oceanos... meu fim de semana.


Refeição Cultural

Chegou o fim do fim de semana. Que pena! Ainda não descansei...


Treinamento para a São Silvestre


No sábado, repetiu-se o estado de cansaço físico para cumprir minha tarefa de treinamento para a prova de São Silvestre. 

Antes, vale contar aquela cena da Lei de Murphy de sexta-feira à noite: Depois de terminar o semestre de visitas e contatos com os trabalhadores do meu jeito tradicional, fazendo reunião com os colegas da agência do BB que me cedeu para meu mandato na Cassi, a agência Vila Iara, fui tomar uma cervejinha com o colega. Indo embora para casa depois da chuva, estava um breu total no bairro porque havia acabado a luz desde às 5h da tarde. Entrei até no Shopping e esperei umas duas horas e nada da luz voltar. Fui para o condomínio. Tive que subir os 17 andares à pé... e não é que quando eu cheguei no 16º quase morrendo, com os bofes pra fora, a luz chegou!?... sem comentários.

Como também sou filho de Deus conforme diz o ditado, dei uma relaxada no foco do treinamento e tomei umas brejas tanto na sexta quanto no sábado, em um churrasco que fazemos todos os anos para nossa comunidade do Flamboyant. Além de já ter sido síndico, sou o morador mais antigo do condomínio.

E a coragem para correr os 7 Km que estavam na minha planilha após toda aquela carne e cerveja? Olha, eu descobri que ainda sou "foda" porque cheguei a sair só para caminhar no início da noite de sábado, mas peguei e embalei um trote e lá fui eu cumprir minha tabela de treinamento. Corri os 7 Km em 48'... depois ainda peguei o restante do churrasco e comi umas frutas e mais uma proteinazinha de carne vermelha... Mas foi legal me superar mais uma vez!


Domingão de afazeres domésticos


Olha meus pequenos aí... já estão bem velhinhos...

Ao acordar, desisti de ficar barbudo até a São Silvestre. Fiz a sessão de barba e cabelo em mim e no meu filho.

Depois veio a grande tarefa de ser responsável por aquilo que cativa, como diz o pequeno príncipe... desmontei o aquário para lavar e cuidar dos meus pequenos. Deu um trabalho de umas duas horas. Ai minhas costas...

Beleza! Decidi não correr o programado da tabela para domingo por estar bem cansado e não correr risco de me machucar. Mas estou em dia com os objetivos porque fiz uma corrida extra na quarta que compensa a deste domingo de descanso.


A parte vermelha fica para o banho de sangue que os
humanos praticam diariamente contra os seres dos Oceanos.

Documentário Oceanos (2009)

Já que não corri e descansei, decidi assistir algo na parte da tarde. Peguei um dos montes de vídeos que tenho e que nunca vi e tive uma catarse ao viajar e mergulhar com o documentário Oceanos.

Incrível! Deslumbrante!

Quando eu era adolescente, tinha um pensamento fixo de como seria maravilhoso poder voar e mergulhar e estar conscientemente no espaço, no fundo dos mares e rios e nos lugares mais inóspitos e mais selvagens e inexplorados da Terra. Chegava a pensar se não seria possível realizar isso após a morte, na eventualidade de haver uma sequência consciente do seu ser.

Eu agradeço aos produtores e aos seres humanos que têm dedicado suas vidas para filmar, estudar, fotografar o mundo selvagem para nos dar o acesso com o simples toque de um botão de vídeo. É uma catarse e nos põe a pensar e refletir profundamente. Ao menos foi assim comigo.

Cara, fiquei lembrando da postagem que fiz outro dia onde reproduzi um diálogo entre um cientista e a dupla do Arquivo X, Mulder e Scully, e o cientista explicava que ao longo dos milhares de anos onde os humanos se estabeleceram como os ditadores do mundo, ficou claro uma coisa: que onde nós chegamos, a ameaça a todas as outras formas de vida é inevitável. Nós destruímos todas as outras possibilidades de existência.

É isto que estamos fazendo com os oceanos e com a vida no único planeta conhecido até o momento no Universo que tem vida e diversidade de vida.


Tomando uma breja com amendoim.
Presente dos companheiros do Sindicato
dos Bancários de Jundiaí. Valeu Sílvio
e Álvaro.
Ao mesmo tempo em que me deu uma humildade imensa por ver a imensidão da vida em nosso mundo, me deu uma tristeza profunda do que estamos fazendo com os animais e seres vivos neste belo planeta terra, que depende da vida nos oceanos para ser o que é neste momento após bilhões de anos.

É isso, escrever é uma forma de resistência. Já valeu a pena refletir e escrever. Não tive ânimo para isso na sexta e sábado pelo cansaço que me dominava.

Vamos para mais desafios na semana que entra (porque os tenho!).


William
Um ser vivo entre tantos

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