sábado, 29 de novembro de 2014

Corrida prazerosa, episódios de "Arquivo X" e reflexões...


William após uma prazerosa
corrida de 7 km em Brasília.

Refeição Cultural

Fim de semana com a família em Brasília, Capital do Brasil. Meu semestre foi todo de morar em lugar nenhum ou em mais de um lugar. Confesso que estou meio saturado de tanto viajar.

Acordei neste sábado com o corpo todo pedrado. Parecia que tinha sido atropelado em sonhos. Isso é o resultado de mais uma semana muito intensa de trabalho como gestor da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil. O cansaço mental afetou-me até fisicamente. Precisei entrar no chuveiro para destravar.

Bom, feito isso. Comecei a desligar da semana.


Treinamento para a São Silvestre

Hoje foi dia do 7º treino para a minha 7ª participação na tradicional e fantástica corrida de São Silvestre, com 15 quilômetros de percurso com forte variação na altimetria.

Saí para correr na Capital Federal o objetivo do dia: 6 km. O corpo foi se soltando e eu entrei num ritmo muito relaxante. O percurso entre árvores e pássaros foi muito prazeroso e ao final corri cerca de 7 km em 42'. A sensação foi de felicidade e realização.

Comecei a treinar do zero neste mês de novembro e programei uma sequência de 16 treinos até o dia da corrida em 31 de dezembro. Estou finalizando o mês com o objetivo alcançado. Mesmo em um mês de muitas dificuldades no trabalho, foquei com determinação cumprir o treinamento.


Os episódios de Arquivo X são muito bons.
Sempre me colocaram a pensar...

Revendo episódios de "Arquivo X" para relaxar

Outra coisa que fiz nesta semana foi ver episódios da antiga série Arquivo X, que fez enorme sucesso nos anos noventa, sobre casos de difícil solução dentro da lógica matemática e científica tradicional e também que indaga sobre a existência de vida em outros planetas, bem como alimenta as tantas teorias da conspiração tão populares no mundo todo.

Há episódios antológicos, que me marcaram muito e que sempre revejo porque me colocam a pensar nas coisas.


O Demônio de Jersey

Cito um trecho que gostei muito e sempre falei sobre isso a respeito dos sentimentos e instintos que movem o mundo: sexo, poder, amor e ódio.

A conversa é entre um professor cientista e a dupla Mulder e Scully.


Cientista explica: cada cultura tem o seu "pé-grande, o seu yeti". É um tipo de mito universal do homem fera. O medo simbólico de nossas duas naturezas criadoras de vida e destruidoras dela.

A chegada do homem em cada continente foi desastrosa para as outras espécies animais.

Nós humanos retivemos traços hereditários através da evolução que provaram serem extremamente destruidores.

Tendemos a ser tribais e territorialmente agressivos e orientados por impulsos sexuais e reprodutivos que tornam a cooperação além da família ou da tribo extremamente difíceis.

Mulder afirma: então matamos outras espécies para sobreviver.

Scully: sim. Os humanos são animais carnívoros e estamos no topo da cadeia alimentar e reduzimos as chances de outras espécies sobreviverem.

Cientista explica: é difícil deixarmos o topo da cadeia alimentar evolutiva devido à nossa inteligência e finaliza afirmando que vivemos os nossos dias como ditadores do mundo.


Comentário final

Durante boa parte de minha existência, acreditei num monte de coisas sobrenaturais. Hoje sou muito mais cético em relação a deuses, espíritos, vida inteligente fora deste planeta que habitamos ou coisas similares. Acho que tem muitas coisas que não conhecemos ainda como não conhecíamos ao longo de nossa história humana.

Mas a vida também nos obriga a focar em algo determinado com o passar da existência. Hoje não posso mais me dedicar a filosofar, elucubrar sobre as coisas do universo. Então acabamos por ser mais práticos e cumprir nossas missões nesta única existência que tenho algum domínio. Se tenho outras ou não, desta forma e com esta consciência ou não, já fica para o campo das respostas inviáveis... até o momento.

Feliz por ter cumprido meus objetivos de corrida, por estar fazendo com afinco minhas tarefas sociais, por estar em casa com a família e ter falado hoje com meus pais e estarem bem.

Viver precisa ser para valer a pena...

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