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| Foto histórica de Fidel e o povo |
Refeição cultural
"(...) una revolución en las condiciones de Cuba, frente a un país tan poderoso como Estados Unidos, sólo hubiera podido defender y sólo habría podido sobrevivir con el apoyo de la inmensa mayoría del pueblo." (Fidel, 1988)
Ao chegarmos a Havana, ao aeroporto José Martí, pela companhia aérea Copa Airlines, vindos da conexão no Panamá, é certo que muitas pessoas passaram a viver e realizar um sonho de suas vidas: conhecer Cuba.
O que somos senão seres que sonham e desejam realizações ao longo da jornada da vida? As utopias são esses desejos e sonhos que nos movem, que nos dão um norte a seguir. Havíamos chegado a Cuba, a ilha cujo povo realizou o sonho de liberdade e independência após séculos de invasão e colonização.
Em nosso grupo de 22 pessoas solidárias a Cuba, 16 delas estavam realizando o sonho de conhecer pela primeira vez o povo de uma ilha no Caribe que ousou enfrentar dois impérios para serem pessoas livres e organizarem suas vidas da forma como quisessem. Cuba é um país de gente alegre, inteligente e soberana.
Após os trâmites comuns de aeroporto, o que incluiu a verificação de malas enormes com centenas de medicamentos, fomos recebidos pela simpática Margarita, guia da Amistur que nos acompanharia na estadia em Cuba. Nossa hospedagem seria no hotel Copacabana, e só no dia seguinte teríamos programação intensa.
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| Ruas de Havana |
Nosso grupo ficaria em Cuba entre os dias 24/3 e 01/04, cumprindo uma programação em um pacote de viagem com uma agenda sociopolítica, visitaríamos locais importantes na história do país e instituições sociais relevantes na vida do povo cubano.
Parte de nosso grupo ficaria mais alguns dias em Cuba, em casas de cubanos ou em locais alugados, pois as plataformas de aplicativos já operam no país. Eu, meus amigos e Telma Araújo ficaríamos na Casa de Isabel e Luis. Um grupo paulista de novos amigos ficaria em um Airbnb. Todos nós ficaríamos nos últimos dias próximos ao Capitólio Nacional de Cuba.
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| Vista do Hotel Copacabana |
Após a visita a Amistur, almoçamos em um restaurante local e fomos para o hotel, onde jantamos e encerramos o dia.
Por ter estado em Cuba três vezes nos últimos quatro anos, tive a impressão clara do quanto Havana está vazia, sem a movimentação de turistas que vi das outras vezes. Os efeitos do bloqueio atual são nefastos para o governo e a economia do país, ou seja, nefastos para o povo cubano.
Por outro lado, vi também a vida cotidiana se desenvolvendo do jeito que dá. Apesar do bloqueio criminoso, o povo está nas ruas, o comércio está funcionando, agora com micro e pequenos comerciantes. Até sorveterias, cafeterias e lanchonetes se veem nas ruas de Havana.
Cuba é linda, o povo cubano é altivo e libertário. O mundo progressista deve apoiar a causa cubana e exigir o fim do bloqueio e da interferência norte-americana ao país caribenho.
William
14/04/26




























