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sexta-feira, 14 de junho de 2024

20 de 100 dias



20. Estou em Uberlândia, visitando a família. Estar com as pessoas queridas é um objetivo neste momento da existência. Ontem à noite, passei algumas horas com minha irmã Telma e o cunhado Tulio, e o Kalvin. Comemos pão de queijo, bolo, café e chá, afinal de contas estamos em Minas Gerais. 

Hoje já andei bastante, estou procurando solução para o aquário de minha mãe, que está com vazamento. Ela tem dois acarás. Comprar outro como pensei vai sair muito caro. Vou andar mais para ver como resolvo o problema. 

Andando pelo bairro, já me encontrei com um familiar - o Vinícius - e até domingo vou ver mais pessoas da família. 

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BRASIL SE DESFAZENDO

O mundo humano está complicado. As consequências decorrentes das eleições legislativas de 2022 estão a todo vapor na pior base parlamentar da história do Brasil. 

As eleições foram realizadas sob cenário muito adverso para nós que lutamos por um mundo mais justo e sustentável e nossos inimigos têm maiorias simples e qualificada para derrubar novamente o nosso presidente eleito, Lula, e estão votando "leis" que não podem ser acatadas por nós. 

Sempre expliquei que o povo da classe trabalhadora e suas lideranças não devem ser papagaios de auditório e ficar repetindo mantras estúpidos do tipo "lei não se discute, se cumpre...".

Não se discute o caralho! Se cumpre o cacete!

Esse Congresso vai votar que mulheres e crianças estupradas são assassinas se fizerem aborto e nós vamos "cumprir a lei"?

Esse Congresso comprado com dinheiro público do orçamento secreto vai votar a volta da escravidão e nós vamos acatar a tal "lei"?

Nossas lideranças devem ter postura de lideranças e atiçar o povo pra luta!

William 

sábado, 9 de abril de 2016

Diário - 090416 (E Post Scriptum)



Meus acarás, sobreviventes das mudanças em minha vida.

Post Scriptum (domingo, 10/4/16, 23:40h):

Estou em Brasília. Cheguei há pouco, vindo de Uberlândia. No fim de semana revi meus pais, sobrinhos e alguns familiares queridos. Foi a formatura de minha sobrinha Stefani, nova cidadã brasileira formada em Letras pela Universidade Federal de Uberlândia.

Fiz minha obrigação de limpar meu aquário com os acarás. Precisei deixá-los com minha mãe desde que comecei meu mandato na Cassi, passando a morar em Brasília, porém viajando muito o tempo todo.

Após um dia tranquilo na companhia da família, bateu um grande desejo de ir ao Parque do Sabiá me despedir daquele lugar que tanto gosto. Meu pai foi solícito e me deu carona pra lá novamente.

Apesar de termos almoçado tarde, e eu ter pouco tempo antes de pegar o voo para Brasília, fui fazer nova corrida no Parque. Desta vez, fui bem leve, trote sem compromisso com o tempo e fiz os 5 km em 34'. Foi uma das corridas em que mais namorei as árvores e os pássaros ao redor. Sem contar os lagos.

Enfim, agora de noite, vi um programa de literatura falando sobre A Montanha Mágica, de Thomas Mann. Emocionante! Eu li o livro e ele é de uma grande mensagem que vale para os dias atuais pré colapso de nossos sistemas democráticos e da política como solução pacífica das controvérsias, e não a intolerância e a guerra.

Acabou meu final de semana. Minha família está lá em Minas. Minha família está lá em São Paulo (esposa e filho). Eu cá a trabalho.

A vida e as lutas seguem.

William


Parque do Sabiá. Melhor lugar do mundo para corridas.
Foto de dezembro de 2015.

Sábado de forte calor em Uberlândia, Minas Gerais. Depois de meses, pude vir à casa de meus pais visitá-los. Também é data especial porque minha querida sobrinha Stefani tem festa de formatura. Parabéns garota!

Se tem uma coisa que não posso deixar de fazer em Uberlândia, é ir ao Parque do Sabiá. Um dos locais mais agradáveis que eu conheço no mundo para correr e andar em meio à natureza, lago, pássaros e muito verde.

Fiz uma corrida deliciosa com Sol a pino de meio-dia. Corri 5 km em 29'20". Foi a primeira vez que faço o percurso em menos de meia hora. É o local que favorece tanto.

No almoço feito pela mama, comi um arroz com feijão, frango cozido, milho refogado e alface que... minha nossa! Vai tá bão assim lá no céu!

Passamos a tarde conversando sobre conhecimentos gerais e decidindo os rumos do mundo.

Agora à noite, tem a festa da menina formanda... vou fazer um esforço e ir algumas horas (eu não sou muito fã de festas).

Amanhã, vou limpar meu aquário. A mama assumiu o cuidado dos nossos três acarás sobreviventes das mudanças em nossas vidas após meu novo trabalho em Brasília, após junho de 2014.

William


domingo, 14 de dezembro de 2014

São Silvestre, Aquário e Oceanos... meu fim de semana


Refeição Cultural

Chegou o fim do fim de semana. Que pena! Ainda não descansei...


Treinamento para a São Silvestre


No sábado, repetiu-se o estado de cansaço físico para cumprir minha tarefa de treinamento para a prova de São Silvestre. 

Antes, vale contar aquela cena da Lei de Murphy de sexta-feira à noite: Depois de terminar o semestre de visitas e contatos com os trabalhadores do meu jeito tradicional, fazendo reunião com os colegas da agência do BB que me cedeu para meu mandato na Cassi, a agência Vila Iara, fui tomar uma cervejinha com o colega. Indo embora para casa depois da chuva, estava um breu total no bairro porque havia acabado a luz desde às 5h da tarde. Entrei até no Shopping e esperei umas duas horas e nada da luz voltar. Fui para o condomínio. Tive que subir os 17 andares à pé... e não é que quando eu cheguei no 16º quase morrendo, com os bofes pra fora, a luz chegou!?... sem comentários.

Como também sou filho de Deus conforme diz o ditado, dei uma relaxada no foco do treinamento e tomei umas brejas tanto na sexta quanto no sábado, em um churrasco que fazemos todos os anos para nossa comunidade do Condomínio Flamboyant. Além de já ter sido síndico, sou o morador mais antigo do prédio.

E a coragem para correr os 7 Km que estavam na minha planilha após toda aquela carne e cerveja? Olha, eu descobri que ainda sou "foda" porque cheguei a sair só para caminhar no início da noite de sábado, mas peguei e embalei um trote e lá fui eu cumprir minha tabela de treinamento. Corri os 7 Km em 48'... depois ainda peguei o restante do churrasco e comi umas frutas e mais uma proteinazinha de carne vermelha... Mas foi legal me superar mais uma vez!


Domingão de afazeres domésticos


Olha meus pequenos aí... já estão bem velhinhos...

Ao acordar, desisti de ficar barbudo até a São Silvestre. Fiz a sessão de barba e cabelo em mim e no meu filho.

Depois veio a grande tarefa de ser responsável por aquilo que cativa, como diz o Pequeno Príncipe... desmontei o aquário para lavar e cuidar dos meus pequenos. Deu um trabalho de umas duas horas. Ai minhas costas...

Beleza! Decidi não correr o programado da tabela para domingo por estar bem cansado e não correr risco de me machucar. Mas estou em dia com os objetivos porque fiz uma corrida extra na quarta que compensa a deste domingo de descanso.


A parte vermelha fica para o banho de sangue que os
humanos praticam diariamente contra os seres dos Oceanos.

Documentário Oceanos (2009)

Já que não corri e descansei, decidi assistir algo na parte da tarde. Peguei um dos montes de vídeos que tenho e que nunca vi e tive uma catarse ao viajar e mergulhar com o documentário Oceanos.

Incrível! Deslumbrante!

Quando eu era adolescente, tinha um pensamento fixo de como seria maravilhoso poder voar e mergulhar e estar conscientemente no espaço, no fundo dos mares e rios e nos lugares mais inóspitos e mais selvagens e inexplorados da Terra. Chegava a pensar se não seria possível realizar isso após a morte, na eventualidade de haver uma sequência consciente do seu ser.

Eu agradeço aos produtores e aos seres humanos que têm dedicado suas vidas para filmar, estudar, fotografar o mundo selvagem para nos dar o acesso com o simples toque de um botão de vídeo. É uma catarse e nos põe a pensar e refletir profundamente. Ao menos foi assim comigo.

Cara, fiquei lembrando da postagem que fiz outro dia onde reproduzi um diálogo entre um cientista e a dupla do Arquivo X, Mulder e Scully, e o cientista explicava que ao longo dos milhares de anos onde os humanos se estabeleceram como os ditadores do mundo, ficou claro uma coisa: que onde nós chegamos, a ameaça a todas as outras formas de vida é inevitável. Nós destruímos todas as outras possibilidades de existência. Ver postagem AQUI.

É isto que estamos fazendo com os oceanos e com a vida no único planeta conhecido até o momento no Universo que tem vida e diversidade de vida.


Tomando uma breja com amendoim.
Presente dos companheiros do Sindicato
dos Bancários de Jundiaí. Valeu Sílvio
e Álvaro.
Ao mesmo tempo em que me deu uma humildade imensa por ver a imensidão da vida em nosso mundo, me deu uma tristeza profunda do que estamos fazendo com os animais e seres vivos neste belo planeta Terra, que depende da vida nos oceanos para ser o que é neste momento após bilhões de anos.

É isso, escrever é uma forma de resistência. Já valeu a pena refletir e escrever. Não tive ânimo para isso na sexta e sábado pelo cansaço que me dominava.

Vamos para mais desafios na semana que entra (porque os tenho!).


William
Um ser vivo entre tantos

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Crônica: Morreu o Dógão, meu pangasius


Esta terça-feira, 29 de janeiro, foi um dia muito triste pra mim. Morreu meu peixe pangasius, carinhosamente chamado de Dógão por nós em casa.

Estou na faixa dos quarenta anos de idade e tive na minha vida dois animais de estimação. O cachorro pequinês Leique me acompanhou por uns treze anos, ou seja, toda a minha infância. Meu peixe pangasius esteve comigo uns treze anos também, desde o início dos anos dois mil.

Sempre gostei de aquarismo. Eu tenho aquários desde os vinte anos de idade.


Ao fundo, vemos meu pangasius em dezembro de 2012.

A famosa frase de O pequeno príncipe - "você é responsável por aquilo que cativa" - talvez esteja intimamente ligada ao fato de eu ter passado toda a vida adulta curtindo peixes e aquários, pois ter aquário requer uma certa rotina e disciplina para manter os aquários em boas condições para se ter peixes saudáveis e longevos.

Ou seja, ter e cuidar de peixes ornamentais é ir no sentido contrário à velocidade do mundo contemporâneo. Vou sentir muito a falta do meu Dógão. Sou dirigente sindical e militante político há uns dez anos e a nossa vida é uma coisa completamente extenuante e sem rotina.


Olha lá meu pangasius com casa cheia.
Meu filho tinha uns 7 anos. Ele, uns 3 anos.


Nos primeiros anos de movimento sindical, eu pelo menos atuava sempre na mesma região e não viajava. Depois de 2006, quando entrei para a Contraf-CUT, passei a viajar com frequência e nos últimos anos quase não sobrava tempo para estar em casa. Acabei jogando parte da responsabilidade de cuidar dos aquários para minha esposa.

Mas uma coisa tive que fazer religiosamente ao longo da vida adulta: fazer manutenção em aquário aos finais de semana, pelo menos a cada quinze dias. Além do prazer de ficar ali lidando com água e peixes e o gostoso que é vê-los saudáveis, também existe a obrigação de "cuidar daquilo que eu cativo" e isso me fazia dar um tempo na mente e no corpo.

Conforme os anos foram passando, eu já me perguntava quem de nós dois iria primeiro, porque nunca poderia imaginar um peixe ornamental durar tanto tempo. 


Até março de 2009, o Dógão tinha companhia.
Depois disso, deu alguma doença na água e os
balasharks morreram e o pangasius albino também.


Meu peixe sobreviveu a todos os peixes que chegaram e morreram no aquário. Sobreviveu várias vezes às doenças que pegou. Sobreviveu às pancadas nos vidros que esta espécie normalmente dá. 

Incrivelmente, sobreviveu a um tombo de um metro e meio de altura quando pulou do aquário em 2011 e fez a minha esposa superar o maior pavor doméstico que tinha na vida (medo dele) e ela teve a coragem de pegá-lo sozinha no chão e salvá-lo.

Sério, cheguei a pensar que esse peixe não morreria antes de mim! Pesquisei algumas vezes para saber quanto tempo viveria um peixe pangasius de aquário ornamental, mas não achei resposta. Normalmente, eles morrem quando crescem por se baterem no aquário.


Meu pangasius em julho de 2010. Eu viajo muito,
mas era muito legal ver os hábitos do Dógão
conforme o horário do dia, quando em casa.


Vou sentir muita falta dele. Da rotina de cuidar do aquário e dele nos finais de semana.

Nos últimos meses, eu ficava muito tempo curtindo ele nos poucos momentos em que estava em casa. Estava muito legal vê-lo comer de noite. Era uma festa suas manobras embaixo da cachoeirinha pegando comida.

As leituras na minha cadeira de praia na sala era uma rotina: ler e olhar pro meu aquário...

O Dógão tinha uma rotina para cada hora do dia. Tinha a hora em que ele relaxava e ficava quietinho num canto... tinha a hora em que ele nadava de um lado para o outro, ia no rumo da bombinha, nadava contra as bolhinhas e voltava. Tinha os momentos de ficar embaixo da cachoeira do filtro externo. À tarde, ele gostava de dar voltas no aquário e subir, encher a boca de ar e afundar soltando bolhas pelas guelras...

A coisa mais impressionante do mundo, era ver o pangasius se recuperar fisicamente dos machucados e feridas. O bicho parecia imortal. Sempre sarava e se recuperava de cortes, feridas e doenças comuns em peixes ornamentais.




Vou sentir falta do meu peixe. A sala está um silêncio insuportável. Vazio. O barulho do aquário às vezes incomodava, mas estava no script.

Já se percebe que a gente chamava ele de Dógão porque viveu tanto quanto nossos cachorros de estimação, não era um peixinho comum que vem, fica um tempinho e quando morre no meio dos outros, é só mais um peixinho pra pegar com a redinha e jogar fora.

Ele não foi pra redinha nem pro lixo.

O pequeno príncipe explica isso. Uma flor em meio a várias, é uma flor. Quando você a cativa, ela passa a ser a SUA flor.

O Dógão não era um pangasius. Era o MEU pangasius. Foram muitos e muitos anos.

Nós lhe demos o tratamento respeitoso que merecia.

Estou triste. Mudar a minha rotina de não ter mais a minha rotina com ele vai ser estranho.

Tem uma coisa nas perdas que impactam muito na vida das pessoas, seja a perda de uma pessoa amada, de um animal de estimação, de um trabalho ou uma rotina de vida. Essas perdas quebram a sensação de estabilidade, de vínculo com algo, um voltar, um ter que fazer, que cuidar.


Sinto hoje um grande vazio na minha sala, na minha casa, nas minhas obrigações. No meu voltar, no que cuidar. Vou sentir falta do Dógão.

William

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Post Scriptum (14/11/13):


O BLOG E A RELAÇÃO COM AS PESSOAS DO MUNDO: A sensação de pertencer a uma rede mundial de comunicação é algo muito legal. Meu blog não é nenhum desses grandes blogs com milhares de acessos e pessoas responsáveis por cuidar dele. Eu o alimento com coisas que eu acho úteis para partilhar e conversar com as pessoas do mundo. Normalmente, esse blog tem uma centena de acessos por dia e isso é gratificante pra quem quer conversar com as pessoas e partilhar ideias e ideologias de uma forma propositiva e pacífica.

A minha postagem sobre meu pangasius que morreu no início deste ano já teve cerca de 500 acessos e, às vezes, tem comentários nas postagens pra liberar. Hoje liberei uma de alguém que chegou em casa e encontrou seu peixe querido morto... Isso torna o nosso diálogo com o mundo uma coisa tão humana e tão rica! Ao mesmo tempo é comovente e nos conforta porque acho que estamos fazendo algo legal... é isso!
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sábado, 20 de outubro de 2012

REFEIÇÃO CULTURAL 20/10/12




Qual a reflexão que trago sobre os últimos dias? Me alimentei culturalmente?

Vejamos:

AABB SP

Neste sábado, acordei cedo e fui para a reunião mensal do Conselho Deliberativo da AABB SP. Nossa gestão começou em agosto e este foi o segundo encontro do Conselho.

O evento e os debates duraram mais de 3 horas e avalio que as deliberações foram muito positivas para a entidade e para os associados. Votamos regras de isenção e redução de mensalidade para atrair novos sócios, pensando principalmente nos novos funcionários, naqueles que ganham pouco e também naqueles que nunca conheceram a AABB SP.

Acredito que cumpri com uma das questões que sempre esperei ver na AABB - dar mais oportunidade para os colegas do banco se associarem ao clube.

Parabenizo o presidente Ramon e demais membros do Conselho de Administração. Ramon é amigo de longa data e percebo que seu trabalho é muito sério, por isso aceitei participar e contribuir na gestão do clube. SIGAMOS NA LUTA pela melhoria dos espaços coletivos e pela inclusão de mais pessoas neles.


AFAZERES DOMÉSTICOS

N'O Pequeno Príncipe aprendemos que somos responsáveis por aquilo que cativamos. Eu tenho um afazer doméstico há dezenas de anos. Cuidar dos aquários que tenho em casa. Tenho um grande com um peixe com mais de 12 anos de idade e outro pequeno com peixinhos ornamentais.

Faça o que fizer e tenha a agenda que tiver, tenho a obrigação de cuidar dos dois aquários ao menos semana sim, semana não, porque a vida daqueles peixinhos é de minha responsabilidade. São cerca de duas horas cravadas de meus finais de semana.

Aliás, como também nos ensina o livro de Saint-Exupery, após um peixe sair do rio ou do viveiro e vir para o seu aquário deixa de ser um simples peixe daquela espécime e adquire a qualidade de seu. Meu pangasius não é um pangasius, é o "Dógão". Certo? (vídeo do Dógão)


CAPTURANDO INSTANTES PARA LEITURA E CULTURA

Não tem me sobrado tempo algum para ler com profundidade e buscar alimentar meu ser e me tornar uma pessoa menos ignorante e mais erudita E sábia (que é bem mais difícil).

O máximo que tenho exigido de mim mesmo é ler nem que seja um conto de Machado de Assis ou ver algum filme de arte (ou menos blockbuster).


ESPERO QUE PASSEM AS TRISTEZAS RECENTES

Pois é. Ando muito infeliz. Mas ninguém tem nada que ver com isso. Saio da porta de casa e vou fazer minhas obrigações e meu papel social. Tem que ser assim.

Há muito tempo tenho convivido com doenças na família; mortes; problemas de relacionamento com as pessoas queridas; puxação de tapete no movimento sindical (sinto que a solidariedade está em baixa) e... falta de tempo para a cultura.

Vamos ver se assisto a um filme em casa agora...

Tchau!

domingo, 9 de outubro de 2011

Pangasius - meu peixe "Dógão"


Este é meu peixe Dógão. É um pangasius com uns 12 anos de idade.

Ele já fez de tudo, inclusive pular do aquário. 

Quando chegou em casa (lá pelo ano 2000), ele tinha o tamanho de meu dedo mindinho.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Caminhada do feriado




Após uma boa leitura pela manhã, fui a pé até o Shopping Continental para almoçar. Comi um belo prato de paella.

Após o almoço, segui com minha caminhada até outro shopping, na verdade até a Cobasi, para comprar alguns apetrechos do aquário, pois meu pangasius segue quebrando tudo com suas peitadas no aquário.

Caminhei cerca de 6 Km. Corrida que é bom... nada!


domingo, 11 de janeiro de 2009

Corrida de domingo




Hoje acordei cedo, busquei pão, assisti ao filme A fonte da vida, dirigido por Darren Aronofsky em 2006. Bom filme!

Saí para correr por volta de meio-dia. Fui para o parque. Fiz 6 km em trote leve e andei mais 4 km. 

Almoço no Shopping e manutenção de meus dois aquários.