terça-feira, 31 de março de 2026

Mausoléu do Che Guevara: emoção inesquecível!




Nossa caravana de solidariedade a Cuba partiu cedo de Havana no sábado 28 de março para o lado oriental da ilha, com destino a Santa Clara (cerca de 300 Km), para visitarmos o Mausoléu do Che Guevara e o Museu do Trem Blindado.


Ainda pela manhã, soubemos que Santa Clara estava sem energia elétrica na cidade. Sem luz, não poderíamos visitar o Mausoléu. 

Chegando à cidade, almoçamos no hotel e fomos ao Museu do Trem Blindado (ler aqui). 


Ainda passamos na sede do Partido Comunista de Santa Clara para conhecermos o local e admirarmos a escultura de bronze de Che com o menino.

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No domingo, a sorte esteve ao nosso lado. Com a volta da energia pudemos visitar o Mausoléu. 

Foi uma emoção inesquecível! O grupo teve um tratamento admirável por parte dos cubanos.

Em vários momentos de nossa viagem, os cubanos reconheceram o esforço de todos nós de virmos a Cuba num momento no qual a campanha de desinformação e ameaças dos Estados Unidos afetou severamente o turismo ao país.

Os restos mortais de Che Guevara e seus companheiros foram devolvidos ao povo cubano em 1997.

Mais uma vez, a emoção tomou conta de mim. 

Foto de Che

Em 2023 estive com meu filho no Mausoléu do Che Guevara: a visita é sempre silenciosa. Desta vez, os cubanos quebraram o protocolo e a guia nos contou toda a história do Mausoléu e de seus heróis. 

Grande experiência estar diante dos restos mortais de grandes seres humanos que souberam mudar a história de seus compatriotas e dar o exemplo de que é possível construir uma sociedade solidária e sem a exploração das pessoas. 

William 

31/03/26

2 comentários:

  1. A quebra do protocolo me instigou. Qual a motivação dela? Qual a motivação do protocolo?

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    1. Sérgio, algumas possibilidades: o protocolo tem relação a um rito de respeito às figuras históricas que ali descansam. Também tem relação com a frequência normal de turistas que deveriam passar por ali diariamente: centenas. Por fim, avalio que a caravana solitária que ali estava, amigos de Cuba e não turistas como disse nosso guia local, mereceu o privilégio da quebra do protocolo. Abraços

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