quinta-feira, 22 de outubro de 2026

Invejinha (rsrs)...



INVEJINHA (rsrs)...

Confesso uma invejinha de amigos e familiares de pessoas de direita que tiveram a decência de declarar voto em Lula diante do momento histórico e do risco iminente de um miliciano fascista assumir a presidência da república por voto, já tendo maioria no Congresso, e com poder de alterar a Suprema Corte.

Não tive essa sorte.

Conheço amigo de infância, primos, tios e conhecidos no condomínio onde moro há 27 anos que vão votar no candidato do ódio, da corrupção e da destruição do Brasil e dos brasileiros.

Se algum deles ler essa declaração minha, peço um gesto de empatia com o Brasil e o povo, com a natureza, e votem nulo ou se abstenham no domingo. 

Ouçam o clamor das ruas, uma mobilização histórica do povo brasileiro lutando pela vida e pelo país.

William Mendes

22/10/26

segunda-feira, 19 de outubro de 2026

Diário e reflexões



Refeição Cultural

Segunda, 19 de outubro de 2026.


O BRASIL É O FRONT DE UMA GUERRA ENTRE O BEM E O MAL

Como em qualquer guerra, alguns momentos são decisivos para a definição do resultado da batalha que está sendo travada. Este é um daqueles momentos que decidirão a história do Brasil e do povo brasileiro, decidirão a nossa vida: a semana que antecede a escolha do presidente do Brasil no domingo 25/10/26.

O povo brasileiro que tem consciência do que está em jogo tomou para si a campanha e ocupou as ruas e as redes virtuais das big techs desde o início do segundo turno, quando o inimigo saiu à frente no resultado do primeiro turno em 04/10/26.

Nossos inimigos são poderosos, têm muitas armas para tomar o Brasil e o nosso futuro. São poderosos, sim. O candidato que concorre com o presidente Lula tem o apoio logístico da maior potência militar do planeta, que vem tomando os países sul-americanos de assalto com governos vassalos colocados no poder com o apoio da máquina de guerra deles.

O candidato que concorre com Lula e conosco é bancado pelas milícias, pelos endinheirados, pelos pastores-sofistas de empresas disfarçadas de igrejas. Essa gente já está presente dentro das instituições da sociedade brasileira, e já domina os legislativos e executivos da maior parte das comunidades do país. Só falta ao inimigo conquistar a presidência da república do Brasil.

Estudo faz tempo o poder das máquinas de manipulação de massas existentes no momento atual da sociedade humana. As big techs têm um poder jamais acumulado pela espécie humana na mão de tão poucas pessoas, de tão poucos animais em relação a toda a diversidade de humanos existentes no mundo e em relação à diversidade biológica do planeta. Os donos das big techs, aliados aos senhores das armas, podem escravizar a humanidade toda ou eliminá-la.

Enfim, o Brasil é o campo de batalha dessa guerra de conquista do império norte-americano, governando por um governo pior que o da Alemanha nos anos trinta e quarenta do "Breve século 20", o século das guerras mundiais e das guerras promovidas pelos Estados Unidos da América.

Ao analisar com a razão de um homo sapiens, é inexplicável a chance real de um sujeito como o candidato opositor a Lula vencer uma eleição. Eu tenho clareza das ferramentas que permitem que isso aconteça em países como o nosso. As pessoas estão sendo capturadas e tendo seus comportamentos alterados rapidamente num curto espaço de tempo, coisa de dez a quinze anos.

A nossa vida e a vida do planeta está em risco. Nossa batalha no Brasil é um cenário de uma guerra global. Se eles vencerem, nós perderemos muito, a humanidade e o planeta perdem.

Votem Lula 13 e conversem com as pessoas sobre o risco de destruição de tudo a partir do ano que vem se nosso inimigo vencer com todas essas armas que estão usando contra nós.

William Mendes

sábado, 17 de outubro de 2026

Lendo a biografia de Santos Dumont (9)



Refeição Cultural

"Todo o Brasil estava em delírio, orgulhoso do seu filho. Santos Dumont era o primeiro a dar fama internacional à sua pátria, uma fama sólida, indestrutível. Sim, ele fora a Paris com o objetivo de ensinar aos homens o roteiro das estrelas! Só em 1907, um outro grande brasileiro, Rui Barbosa, iria alcançar o mesmo triunfo, quando chefiou a nossa delegação à segunda Conferência da Paz, em Haia, na holanda meridional, onde se reuniram quarenta e oito nações." (As lutas, a glória e o martírio de Santos Dumont, Fernando Jorge)


17/10/26

Aos poucos, vou lendo a biografia de Alberto Santos Dumont, o inventor brasileiro que voou em um avião pela primeira vez no mundo.

Li o capítulo 6, "Ensinando aos homens o roteiro das estrelas", do livro As lutas, a glória e o martírio de Santos Dumont (1973), de Fernando Jorge. Meu pai tem a edição original em casa, ele leu o livro à época. Estou lendo uma versão digital. 

Enquanto leio esse livro em homenagem ao meu pai que o leu no passado, uma história da ciência e da participação de um brasileiro na história da evolução tecnológica humana, estamos a poucos dias das eleições presidenciais mais importantes da história do Brasil: Lula ou Bolsonaro?

Neste momento, as pesquisas apontam que a metade dos brasileiros está propensa a votar no candidato do clã Bolsonaro, que acabará com a ciência e a educação do país, destruirá o meio ambiente, entregará o país como colônia aos Estados Unidos. Não é porque a metade dos brasileiros seja má e canalha. É porque as formas de manipulação são imensas e desleais.

Nós, a metade que defende a democracia e a civilização e que defende a ciência e a educação, a metade que teve mais oportunidades e é menos manipulável, estamos na luta para eleger Lula e seguirmos avançando nos direitos do povo de forma soberana. 

Santos Dumont, nosso brasileiro inventor, alguém do lado da ciência, também tinha um olhar para o povo, como nós temos. 

Neste capítulo, li que Alberto, ao ganhar o Prêmio Deutsch, por contornar com seu dirigível N° 6 a Torre Eiffel, no dia 19 de outubro de 1901, um percurso de onze quilômetros em 30 minutos, "destinou cinquenta mil aos operários e mecânicos que o ajudaram, e o restante da quantia, a três mil novecentos e cinquenta pobres de Paris" (idem).

O capítulo descreveu de forma sucinta séculos de tentativas e erros fatais de pessoas que tentaram voar e sentir o que os pássaros sentem ao cruzarem os céus do mundo. 

COMENTÁRIO FINAL 

Estou esperançoso neste momento, em relação à vitória da civilização contra a barbárie, nas eleições brasileiras daqui a oito dias. A juventude, ameaçada em seu futuro, está tomando pra si a campanha de Lula e ocupando as ruas e as redes sociais. Está somando conosco, que já estávamos em campanha nas ruas desde agosto.

O inimigo é um monstro, um leviatã, um consórcio do mal decidido a tomar o Brasil. O império criminoso do norte tem muitos aliados (vassalos) no Brasil para entregar o país ao estrangeiro. A batalha é desigual. Mas o nosso lado não é de mercenários, nosso lado tem espírito de pertencimento à causa e coração valente. Claramente, nossos soldados são melhores que a canalha deles.

Venceremos!

William Mendes

terça-feira, 13 de outubro de 2026

Lendo sobre a retórica do ódio (1)



Refeição Cultural

"Eis a hipótese de meu trabalho: a guerra cultural bolsonarista, que se beneficia de uma técnica discursiva, a retórica do ódio, ensinada nas últimas décadas por Olavo de Carvalho, conduzirá o país ao caos social, à paralisia da administração pública e ao déficit cognitivo definidor do analfabetismo ideológico, outro conceito novo que apresento, e com o qual descrevo a negação da realidade e o desprezo pela ciência que estruturam o bolsonarismo." (CASTRO ROCHA, p. 23)


O professor João Cezar de Castro Rocha é um intelectual de mão cheia, um pesquisador que vem dedicando sua vida aos estudos dos grandes autores da literatura universal como, por exemplo, Machado de Assis e William Shakespeare, e também se dedica às causas populares, qualidade excepcional em um intelectual.

Ao se dedicar ao estudo da linguagem utilizada pela extrema-direita e as técnicas de manipulação de massas e colocar à nossa disposição os resultados de suas pesquisas, Castro Rocha presta um grande serviço de utilidade pública, é uma contribuição fundamental para entendermos e combatermos a destruição do mundo e das sociedades humanas por essa gente extremista de direita.

Victor Klemperer, filólogo alemão, estudou a Linguagem do Terceiro Reich (LTI), durante os doze anos do nazismo na Alemanha (1933-1945) e nos legou o livro com seus conhecimentos sobre as técnicas de manipulação de massas que levou o mundo à 2ª Guerra Mundial. Ler comentário sobre o livro aqui.

O professor Joao Cezar nos explica como se dá a "instrumentalização do ressentimento", uma das bases da técnica da retórica do ódio, e propõe uma "ética do diálogo" para enfrentar essa manipulação dos afetos das pessoas.

O desafio é grande, pois o bolsonarismo e outros grupos extremistas atuam com desinformação em massa com o objetivo de criar um caos cognitivo nas pessoas, é como uma lavagem cerebral mesmo, aquele desejo antigo dos donos do poder de dominar a mente das pessoas.

O autor nos fala de um "caráter agônico" no processo da retórica do ódio que vem com um impulso de eliminar o adversário. É algo pesado o que estamos enfrentando na disputa de hegemonia das ideias no mundo.

Me chamaram a atenção muitas informações trabalhadas pelo professor João Cezar na "Apresentação", "Introdução" e no "Capítulo um' do livro Guerra Cultural e Retórica do ódio - Crônica de um Brasil pós-político (2021). 

Uma delas foi o tamanho da influência de Olavo de Carvalho no processo de organização de uma direita brasileira dispersa e ou escondida desde o fim da ditadura de maneira formal, após 1985. 

Outra informação: 

"(...) Por fim, no Brasil, uma fissura geracional, nem sempre observada com atenção, originou um fenômeno novo: a emergência de uma expressiva juventude de direita, ágil no uso das redes sociais e hábil nas disputas das ruas - território tradicionalmente ocupado pela esquerda." (p. 27)

O primeiro capítulo é impressionante: "A ascensão da direita e o sistema de crenças Olavo de Carvalho". Vejam, é um "sistema" que organiza as crenças dessa multidão de gente aculturada na desinformação e na crença de coisas as mais estapafúrdias possíveis.

O objetivo de estudo do autor é um desafio à sanidade de qualquer pessoa. Ele leu a obra de Olavo de Carvalho, publicada em livros e redes digitais desde os anos noventa. Imaginem isso!

"Meu propósito é modesto, quase um sintoma das monomanias diagnosticadas pelo Dr. Simão Bacamarte, personagem de O alienista, de Machado de Assis. Almejo caracterizar a mentalidade bolsonarista por meio da guerra cultural, isto é, estudarei o resgate da Doutrina de Segurança Nacional, o alinhamento cego à matriz narrativa conspiratória do Orvil, a adesão náufraga ao sistema de crenças Olavo de Carvalho e, por fim, a crítica ruidosa a uma imaginária 'ideologia de gênero' como passaporte para a conquista do eleitorado evangélico e conservador." (p. 37/38)

Oposição aos governos

Antes das eleições do Partido dos Trabalhadores, as ruas eram lugar tradicional das oposições de esquerda aos governos. Após 14 anos no poder, segundo o autor, um novo fenômeno passou a ocorrer, a oposição ao governo passou a ser de direita e ocupar as ruas.

Aí entra o sistema de crenças de Olavo de Carvalho, que já existia desde os anos oitenta. Foi a direita organizada que possibilitou o Bolsonaro e não o inverso.

"(...) O bolsonarismo não possibilitou o triunfo eleitoral da direita, mas, pelo contrário, a ascensão paulatina da direita, articulada desde meados da década de 1980, preparou a vitória do Messias Bolsonaro." (p. 38)

Olavismo: solução violenta dos conflitos

"O resultado dessa técnica, transmitida por Olavo de Carvalho para dezenas, talvez centenas de milhares de pessoas, sobretudo jovens, por meio de cursos online ou simplesmente pelo consumo de uma miríade de vídeos disponíveis na Internet, é o ensurdecimento deliberado em relação a tudo o que não espelhe as próprias convicções, em geral radicais e, por isso mesmo, favoráveis à resolução violenta de conflitos." (p. 44)

Lavagem cerebral

"Eis o conceito-chave, obsessivo mesmo, de toda a obra inteira de Olavo de Carvalho: lavagem cerebral; noção à qual retornarei, e, como sempre, recorrendo às palavras do autor. E, ponto decisivo, em larga escala, vale dizer, um esforço deliberado de manipulação mental coletiva - nada menos do que isso." (p. 94)

COMENTÁRIO FINAL

Leitura muito instrutiva o livro do professor João Cezar, suas pesquisas nos dão subsídios para compreender melhor o fenômeno político e social, diria sociológico, pelo qual passamos nesta quadra da história do Brasil e do mundo.

Sigamos na leitura e na luta para evitar que o bolsonarismo volte ao poder executivo do Brasil, pois talvez não consigamos sair dessa tragédia se o filho do Messias das milícias do Rio chegar ao poder nas eleições dos próximos dias.

É Lula Presidente para defendermos a soberania do Brasil e os direitos do povo brasileiro.

William Mendes

segunda-feira, 12 de outubro de 2026

Livro: Capão Pecado - FERRÉZ



Refeição Cultural

LITERATURA BRASILEIRA

"Entregou o dinheiro para sua mãe, correu para o tanque e lavou o rosto como uma forma de desabafo, como se estivesse se lavando dos olhares daquelas pessoas hipócritas. Foi para seu espaço naquela pequena casa, pegou um livrinho de bolso de faroeste e começou a ler..." (FERRÉZ, Capão Pecado, p. 36)


E aí, tão escapando?

Essa é a tradicional forma de cumprimento do FERRÉZ quando começa um de seus vídeos nas redes sociais. Sou um admirador do cara há muito tempo. 

Ao ler seu livro Capão Pecado (2000), entendemos porque FERRÉZ nos cumprimenta daquela forma. Ele escapou!

O romance de estreia do escritor nascido no Valo Velho, Zona Sul de São Paulo, me fez voltar aos meus tempos de adolescência no Marta Helena (MG) e no Rio Pequeno (SP). 

Avalio que fui um dos moleques e adolescentes que escapou e chegou à fase adulta da vida. Os acasos me trouxeram até aqui. Um homem de sorte.

A VIDA DURA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Aquela passagem que citei na abertura, me lembrou o ódio que eu sentia, e a humilhação, quando eu apertava as campainhas das casonas do Umuarama, em Uberlândia, e aquela gente metida a besta me negava lavar seus carros por uns trocados. Às vezes, abusavam no tratamento descortês. 

O ALCOOLISMO NAS FAMÍLIAS

"Rael decidiu parar de pensar nisso e foi tomar café. Quase pisou em seu pai, que estava caído na cozinha, todo sujo de lama e babando; sua cabeça estava perto do fogão e seus pés embaixo do armário. Rael ignorou a imagem, estava acostumado com ela, desistiu do café e em poucos minutos se deitou e dormiu." (p. 55)

Cara, como é duro ver pessoas boas e queridas se perderem nas bebidas alcoólicas! Já vi muito isso na minha vida.

ESCAPEI

Quando olho pra trás, vejo que escapei. Quando olho ao meu redor, vejo uma multidão de gente querendo escapar e muitas pessoas só precisariam de oportunidades para superarem todas as dificuldades colocadas pela vida e pela sociedade injusta e perversa na qual nascemos: o Brasil. 

Primeira capa do livro

A história de Rael e de sua família e amigos é a história de milhões de nós, brasileiros. 

Ao conhecer um pouquinho mais o FERRÉZ e sua trajetória de vida, a gente tem mais motivos para acreditar na vida, no povo, na educação, na leitura, na arte, na cultura. Nas pessoas das comunidades carentes.

Fico feliz de finalmente ler o primeiro livro dessa grande figura humana, que já admirava antes da leitura de Capão Pecado. Será um prazer ler seus outros livros. 

Ainda estou reflexivo pela leitura. O cenário e os personagens do romance estão entre nós, neste exato momento da história do Brasil. 

Belo presente ganhei de minha companheira nestes dias de lutas pela manutenção da democracia e dos direitos sociais e oportunidades para Rael e seus amigos, elegendo Lula presidente. 

William 

12/10/26

domingo, 11 de outubro de 2026

Diário e reflexões



São Paulo, 11 de outubro de 2026. Domingo. 

Opinião 

VAMOS ELEGER LULA PRESIDENTE E SALVAR A DEMOCRACIA E OS DIREITOS DO POVO!

Depois de uma semana fazendo campanha para reeleger o presidente Lula e salvar o Brasil do fascismo, acordei neste domingo na expectativa de vivenciar um grande ato na Avenida Paulista. Foi um dia histórico!

O inimigo da extrema-direita é foda, joga sujo e na trairagem como todo fascista faz. O transporte público paulista tirou o dia para tentar impedir multidões de trabalhadores de saírem dos mais diversos bairros e cidades vizinhas e se locomoverem até a Avenida Paulista. 


Os desgraçados maltrataram o povo! Inventaram manutenção em linhas de trem, reduziram a circulação de metrôs e de ônibus e ferraram com a população que só queria exercer o seu direito de ir e vir na maior metrópole do país. Fica o alerta para o que pode acontecer de novo no dia da votação. Fascistas de merda, NÃO passarão!

Poucas vezes vi tanta alegria e espírito de pertencimento a uma causa que é de todos: derrotar o candidato do fascismo e da extrema-direita nas eleições de 25 de outubro. De longe, era possível ouvir o coro cantado um uníssono dentro dos vagões de trem, metrô, corredores e escadarias das estações e nos ônibus ao ir de manhã e voltar no fim da tarde: "Ole ole ole olá, Lula, Lula!"


A participação da juventude foi a emoção maior! O coração deste velho militante que vos fala se encheu de alegria e esperança! Minha convicção se transformou em certeza: vamos eleger Lula presidente, contra tudo que é sacanagem sendo feita contra nós, e vamos derrotar todos esses fdp extremistas apoiadores de milícia, traidores da pátria e inimigos dos direitos do povo brasileiro. NÃO passarão!


Vamos vencer essa batalha contra inimigos poderosos e canalhas. Vamos ocupar as ruas e redes sociais até o dia da votação e vitória do presidente Lula e do povo brasileiro! Cada uma e cada um de nós pode contribuir com essa causa justa e existencial. Vamos juntos derrotar o bolsonarismo e seus asseclas.

Amanhã tem mais campanha! Bora lá! Todos e todas contra o autoritarismo e em defesa do povo brasileiro! Vamos ocupar as ruas nessas duas semanas até a eleição de Lula presidente!

William Mendes

terça-feira, 6 de outubro de 2026

Vamos reeleger o presidente Lula!



Refeição Cultural

Eu amo o nosso país. Compreendo os sentimentos de raiva, tristeza e decepção de meus companheiros e companheiras de lutas, em relação ao povo brasileiro, por termos uma eleição com resultados tão chocantes ao escolher representantes eleitos da pior espécie de ser humano. É difícil lidar com isso!

O povo brasileiro é um povo composto por pessoas maravilhosas, por gente simples, trabalhadora, alegre e criativa. Sempre achei o Brasil e o povo brasileiro o melhor do mundo. Eu não tenho sentimento ruim algum em relação aos brasileiros. Já tive. Não tenho mais. 

As pessoas, as maiorias, foram capturadas pela retórica do ódio, uma técnica fascista. O poder de manipulação de massas existente neste momento da história humana é inédito. Estudo um pouco isso faz tempo. As big techs, as "IAs" e os algoritmos são instrumentos com capacidade de destruição da humanidade. 

No entanto, quando estou diante de grandes seres humanos, meu coração se acalma, me sinto melhor, me lembro que sou humanista porque entendi após uma longa caminhada o quão fantástica é a nossa espécie animal, somos um universo de possibilidades desde que nascemos. Somos humanos!


Enfim, voltei há pouco da plenária do Partido dos Trabalhadores no Sindicato dos Químicos, aqui em São Paulo, e fiquei feliz com a energia positiva e otimista da militância e de nossas lideranças partidárias.

Estamos do lado certo, ao lado do povo brasileiro e da soberania do país, na luta pela manutenção da democracia e dos direitos da classe trabalhadora. 

Vamos vencer as eleições dia 25 de outubro e Lula será presidente pela quarta vez. É o melhor para o Brasil, o presente e o futuro. É fundamental para o mundo a eleição brasileira. 

Venha conosco nesta caminhada para eleger Lula e darmos uma chance ao Brasil e aos brasileiros. 

William Mendes

06/10/26

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Lendo a biografia de Santos Dumont (8)



Refeição Cultural

"- A vida me enfara. Só sinto que vivo realmente quando estou voando. Perigo? Sinto-me bem com ele. Viver sem perigo não é viver." (As lutas, a glória e o martírio de Santos Dumont. Fernando Jorge)


O capítulo que li - A "violenta alegria" de dirigir um balão a movimento rápido - aborda os insucessos e realizações do Dirigível n° 6 de Alberto Santos Dumont. 

O capítulo começa com uma questão de política: estoura a Revolta da Armada com o objetivo de derrubar o governo do marechal Floriano Peixoto e um apoiador governista, Augusto Severo, sugere o uso de balões dirigíveis como armas de guerra. Isso não deu certo.

Severo, que era parlamentar, e acompanhava as notícias sobre as experiências de Santos Dumont em Paris, propôs um projeto de 100 contos de réis de apoio financeiro brasileiro ao inventor.


O Dirigível n°5 havia explodido e mais uma vez, o inventor brasileiro quase perde a vida. 

"Aqui é preciso empregar um lugar-comum: Alberto escapou por milagre. Ficara suspenso na barquinha de vime e apesar de tudo a quilha não se rompeu, aguentou o seu peso, o motor e o da maquinaria." (idem)

Santos Dumont queria vencer o Prêmio Deutsch, que tinha regras muito detalhadas para que alguém desse uma volta com dirigível à Torre Eiffel, com tempo de 30 minutos em determinado percurso. 

O biógrafo Fernando Jorge diz que o lema do inventor brasileiro era:

"As dificuldades nasceram para serem vencidas e não para nos vencerem."

A comissão organizadora do prêmio modificou os regulamentos, dificultando o atingimento do objetivo inicialmente definido.

Para resumir, Dumont realizou a façanha com o Dirigível n° 6 e não ganhou o prêmio por uma questão de 40 segundos.

COMENTÁRIO FINAL 

A história de Santos Dumont e da invenção dos aviões é incrível! O ser humano é uma espécie animal extraordinária!

A ciência é uma das maiores façanhas humanas. E para fazer ciência é necessário foco na educação. Sem educação somos animais quaisquer. 

Por isso é tão importante a participação e tomada de posição nas eleições brasileiras do próximo domingo, 4 de outubro. 

De um lado, está o presidente Lula e a civilidade, a democracia, o apoio à educação, cultura e direitos básicos para a população do país chamado Brasil. 

Do outro lado, Flávio Bolsonaro e o fascismo, o ódio, a milícia e o crime organizado, a entrega da soberania do país aos Estados Unidos. O fim dos direitos humanos, civis, políticos e sociais. 

Tenho orgulho de estar cumprindo meu dever cívico e cidadão de estar engajado na campanha eleitoral do lado certo dessa guerra existencial, ao lado do time do presidente Lula. 

William Mendes 

02/10/26