Refeição Cultural
Osasco, 4 de janeiro de 2026.
"(...) A prisão forja o prisioneiro. Tomem nota disso, se quiserem. Antes de ir para as galés, eu era um pobre camponês, muito pouco inteligente, uma espécie de idiota; a prisão me transformou. De estúpido, tornei-me mau; de lenha, tornei-me brasa. Mais tarde, a indulgência e a bondade me salvaram, do mesmo modo que a severidade me perdera..." (p. 321)
Retomei a leitura do clássico de Victor Hugo, Os miseráveis (1862). Terminei o Livro 7 da Primeira Parte, "Fantine".
A miséria descrita pelo escritor francês é atemporal, está presente ao nosso redor como se estivéssemos lendo uma notícia de jornal no século XXI.
Estava fazendo uma leitura metódica e lenta, com postagens constantes, destacando excertos e reflexões do autor, quando parei em 2024 (ler aqui).
Se quiser seguir adiante, não posso fazer isso, senão morro antes do fim, são 1500 páginas...
Vamos ver o que rola.
William


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