
Refeição Cultural
Depois de ler o livro emocionante O Diário de Anne Frank, assisti ao filme em preto e branco, de 1959, dirigido por George Stevens. Anne Frank foi interpretada por Millie Perkins.
A leitura do livro é muito melhor, pela completude, evidentemente. Mas gostei do filme.
Diferente da leitura que é claustrofóbica, o filme alterna momentos bons e ruins da família escondida, e a alternância de momentos específicos de alegria, romances, tristeza e miséria humana, quebra um pouco a sensação pura e depressiva da prisão no Anexo.
Inversamente do que ocorre normalmente comigo, foi mais fácil assistir às 3 horas de filme que ler as 350 páginas do Diário.
Na leitura, senti a sensação de confinamento e falta de liberdade que a jovem nos relata.
William

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