quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Lendo as memórias do Zé Dirceu (2)



Refeição Cultural

LITERATURA POLÍTICA 


Estamos em agosto de 2026. Em poucos dias, as campanhas eleitorais serão iniciadas oficialmente, segundo o calendário do TSE.

Será um processo eivado de irregularidades e abusos por parte do bolsonarismo e da extrema-direita. Além da interferência dos EUA e dos sujeitos indicados na suprema corte por Bolsonaro. 

Na minha avaliação, já estamos sofrendo interferência nas eleições brasileiras para derrotar o presidente Lula e o povo brasileiro.

Retomei a leitura das memórias do Zé Dirceu, figura relevante na história do país e da esquerda brasileira. Um grande militante e quadro de nosso campo democrático.

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6. A BATALHA DA MARIA ANTÔNIA 

A verdadeira história do que aconteceu naquele dia em Higienópolis e a insanidade de um congresso da UNE em Ibiúna

Capítulo muito interessante! Me lembrei dos inúmeros rachas no movimento de esquerda, ontem e hoje. A repressão estatal vindo pra cima da resistência democrática e a militância toda dividida... isso nunca muda!

Zé Dirceu conta que o congresso da UNE em Ibiúna atrasou dois dias por causa de brigas pra definir mesa, pauta, regimento interno etc... é a esquerda que sempre vi.

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7. CABRAS MARCADOS PARA MORRER 

A angústia de viver na prisão e a desconfiança de que seriam todos fuzilados

Zé Dirceu, que esteve preso no Quartel de Quitaúna, perto de onde moro em Osasco, nos conta que o Comandante Carlos Lamarca saiu de lá (desertou pra lutar), levando armamentos e munições, para combater a ditadura militar. 

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8. VAI PRA CUBA!

A troca pelo embaixador norte-americano, o exílio, o treinamento guerrilheiro e outras aventuras 

Capítulo cheio de histórias. Zé Dirceu nos conta passagens marcantes de sua saída da prisão no Brasil, sendo um dos quinze militantes trocados pelo embaixador norte-americano. 

Ao falar sobre sua estadia em Cuba, senti saudades do país e seu povo. Já estive na Ilha três vezes.

Zé Dirceu citou Ana Corbisier como uma das quatro brasileiras em treinamento guerrilheiro em Cuba. A conheci recentemente e li seu livro "Clandestina".

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Estou na estrada. Vou passar o dia dos pais com o Palmério, meu velho pai, e minha mãezinha querida. 

Sigamos lutando a vida. 

William 

06/08/26

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