domingo, 9 de agosto de 2026

Lendo as memórias do Zé Dirceu (4)



Refeição Cultural

LITERATURA POLÍTICA 


Hoje é domingo, dia dos pais. Estou em Uberlândia, visitando meus queridos pais. Estou reflexivo, tentando pensar soluções para questões levantadas por mim em relação ao cotidiano de minha própria existência. 

Ainda não tenho sabedoria suficiente para resolver muitas coisas. Devo perseverar nas leituras e estudos, não há outra forma prática de tentar avançar como ser humano. 

Vamos ler...

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12. O SEGREDO DE CARLOS 

Chegou o dia. "Eu não sou eu", disse o ex-guerrilheiro para a mulher 

"Ao abraçar meus pais e irmãs, uma sensação única apoderou-se de mim. Pensei: agora sim, estou em casa, na minha pátria." (p. 168)

Zé Dirceu é um escritor habilidoso. Sua narrativa nos coloca dentro da história do personagem e do próprio país. Ler suas memórias é um momento de aprendizado, sem dúvidas. 

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Comentário final 

Após ler este capítulo do livro de memórias do Zé Dirceu, acabei relendo um dos capítulos de meu livro de memórias sindicais, o capítulo 38. Avalio que seja um dos melhores textos do livro. 

O capítulo e as minhas memórias foram inspirados na leitura do livro de Aleida March, companheira de Ernesto Che Guevara. 

O livro "Evocación" me tocou profundamente e com ele acabei trazendo lembranças de minha própria formação política e ética aprendida da luta sindical. 

Textos como esses de Zé Dirceu e Aleida March, até o meu de memórias sindicais, são registros de ações, sentimentos e acontecimentos de pessoas envolvidas em processos históricos e isso é vida, é a nossa vida. 

Sempre se aprende com essas leituras. 

William 

09/08/26

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