sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Novas regras ortográficas (que não concordo)




Entenda as principais regras do novo Acordo Ortográfico 

Documento unifica a Língua Portuguesa em todos os países que a adota e começa a valer no dia 1º de janeiro de 2009 

Brasília - Pelo novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa essas são as novas formas de se escrever. O documento unifica o idioma em todos os países que o adota e começa a valer na quinta, dia 1º de janeiro, no Brasil. Até dezembro de 2012, a forma atual também é aceita. O resumo tem como colaboradora a professora Stella Bortoni, linguista da Universidade de Brasília (UnB): 

ALFABETO - Hoje tem 23 letras, agora passa a ter 26. O k, w e y voltam ao alfabeto oficial, porque o Acordo entende que é um contrassenso haver nomes próprios e abreviaturas com letras que não estavam no alfabeto oficial (caso de Kg e Km). Além disso, são letras usadas pelo Português para nomes indígenas (as línguas indígenas são ágrafas, mas os linguistas estudiosos desses idiomas assim convencionaram). Na prática: nenhuma palavra passa a ser escrita com essas letras - "quilo" não passa a ser "kilo" - por serem "pouco produtivas" ao português, na opinião da linguista. 

TREMA - somem de toda a escrita os dois pontos usados sobre a vogal "u" em algumas palavras, mas apenas da escrita. Assim, em "linguiça", o "ui" continua a ser pronunciado. Exceção: nomes próprios, como Hübner. (ACHO ISSO UM ABSURDO! NÃO VOU ADOTAR) 

ACENTO DIFERENCIAL - também desaparece da escrita. Portanto, pelo (por meio de, ou preposição + artigo), pêlo (de cachorro, ou substantivo) e pélo (flexão do verbo pelar) passam a ser escritos da mesma maneira. Exceções: para os verbos pôr e poder - do contrário, seria difícil identificar, pelo contexto, se a frase "o país pode alcançar um grande grau de progresso" está no presente ou no passado. (ESSE FIM DO ACENTO DIFERENCIAL É O MAIOR DOS ABSURDOS!) 

ACENTO CIRCUNFLEXO - Desaparece nas palavras terminadas em êem (terceira pessoa do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo de crer, ver, dar...) e em oo (hiato). Caso de crêem, vêem, dêem e de enjôo e vôo. 

ACENTO AGUDO 

1 - Nos ditongos abertos éi e ói, ele desaparece da ortografia. Desta forma, "assembléia" e "paranóia" passam a ser assembleia e paranoia. No caso de "apóio", o leitor deverá compreender o contexto em que se insere – em "Eu apoio o candidato Fulano", leia-se "eu apóio", enquanto "Tenho uma mesa de apoio em meu escritório" continua a ser escrito e lido da mesma forma. 

2 - Desaparecem no i e no u, após ditongos (união de duas vogais) em palavras com a penúltima sílaba tônica (que é pronunciada com mais força, a paroxítona). Caso de feiúra. 

HÍFEN - Deixa de existir na língua em apenas dois casos: 

1 - Quando o segundo elemento começar com s ou r. Estas devem ser duplicadas. Assim, contra-regra passa a ser contrarregra, contra-senso passa a ser contrassenso. Mas há uma exceção: se o prefixo termina em r, tudo fica como está, ou seja, aquela cola super-resistente continua a resistir da mesma forma. 

2 - Quando o primeiro elemento termina e o segundo começa com vogal. Ou seja, as rodovias deixam de ser auto-estradas para se tornarem autoestradas e aquela aula fora do ambiente da escola passa a ser uma atividade extraescolar e não mais extra-escolar. (ACABOU-SE A DÚVIDA COM AUTOATENDIMENTO) 

PORTUGUAL - Caem o "c" e o "p" mudos, como "óptimo" e "acto". Passam a ser grafadas como o Brasil já fazia. Palavras como "herva" e "húmido" também passam a ser escritas como aqui: erva e úmido. 

Fonte: SEEB SP/André Rossi - 02/01/2009

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Caminhada pós-São Silvestre




Hoje acordei meio pedrado fisicamente. 

Após ficar à toa, saí para uma caminhada à tarde para soltar a musculatura do corpo. 

Andei cerca de 60' no Parque Continental.

A língua escrita deve servir à língua oral, viva




Com reforma ortográfica ou não, sou defensor da linha que acredita que a língua escrita e suas regras não pode se sobrepor à língua oral, à língua que cria, recria e transmite a mensagem exatamente como o emissor pretende. 

Existe um exagero em querer regrar e dizer que o falante da língua não fala a língua por não saber como grafá-la. EXISTE UM EXAGERO ENORME NISSO! 

Veja o exemplo que eu postei em meu blog de agenda sindical: 

"Expediente na Contraf-CUT 

A Contraf-CUT não terá expediente nesta quarta, dia 31, e na sexta-feira, dia 2. 

Retórno na segunda-feira, dia 5 de janeiro de 2009." 

---

EU TOMEI A LIBERDADE DE COLOCAR ACENTO AGUDO NA PALAVRA "RETÓRNO" porque é isso que eu quero dizer. Sem o acento (e não há regra formal que me autorize a colocá-lo) a mensagem ficará dúbia, pois o leitor pode tomá-la por "retorno" (substantivo) ou por "retorno" (verbo de 1a pessoa, singular, modo indicativo). 

Se ele tomar o sentido do substantivo, pode significar que o expediente da Contraf-CUT retornará na segunda e não necessariamente o emissor da postagem no blog. 

ISSO É UTILIZAR-SE DA LÍNGUA PARA DIZER EXATAMENTE O QUE SE DESEJA. NÃO POSSO SER ESCRAVO DE REGRAS.

William

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

84ª São Silvestre - 2008




Missão cumprida!

Meta atingida!

Consegui correr a São Silvestre e terminar a prova, coisa que não tinha certeza de realizar pelo estresse deste semestre.

Melhor ainda: fiz um tempo menor que a prova do ano passado.

Corri em 99' os 15 km. (ano passado havia corrido em 105')

Subi a Brigadeiro correndo feito gente grande, deixando o povo para trás (rsrsrs)!

É isso!

Agora é fazer os 900 Km do caminho de Santiago de Compostela...

Agora é conseguir completar uma meia-maratona...

Agora é completar a 85ª São Silvestre em 95'...

Apesar de achar uma bobagem esse negócio de datas, felizes dias a partir de janeiro de 2009...

Post Scriptum (26/9/15):

Nossa! Ao reler a postagem tantos anos depois, vejo como é antigo meu desejo de correr uma meia maratona. Estou treinando para tentar correr a minha primeira prova nestes últimos dois meses em 2015 e faltam poucos dias para a Meia Maratona de Florianópolis (11/10/15). Não estou 100% certo de correr tudo bem porque meu Tendão de Aquiles do pé direito está muito sensível. Mas sou um bicho persistente e vamos ver o que vai dar.

Percebi que é antigo também o contexto dos semestres de trabalho serem muito intensos e prejudicarem qualquer tentativa de treinos mais regulares...

Post Scriptum (18/10/15):

Pois é... fui para Santa Catarina sem saber ao certo se faria ou não a prova da meia maratona e foi uma emoção muito grande correr a prova inteira e completá-la em 150' (leia aqui).

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Domingos Paschoal Cegalla - In: Aliás - Estadão




Voz ativa

Aos 88 anos, o pioneiro da gramática brasileira quer mais ousadia na reforma ortográfica

Mônica Manir - O Estado de S.Paulo

Marcos D'Paula/AE

In medio virtus. Em outras palavras, nem muito ao mar nem muito à terra. Eis a cordilheira sobre a qual se instala Domingos Paschoal Cegalla, gramático que atravessou quase cinco gerações de estudantes brasileiros, quando avalia o caminho que traçou para chegar ao Dicionário de Dificuldades da Língua Portuguesa: "Nem demasiada condescendência com os desvios da boa norma, nem caturrice vernaculista".

Não consta, face a face, que o professor Cegalla seja um senhor caturra - a não ser que eu escrevesse tête-à-tête agorinha mesmo, como, enfim, acabo de fazer. Para esse catarinense de 88 anos, voz pausada, olhar etéreo e mãos doces, não devemos nos deixar contaminar por termos peregrinos. Por que hall, se temos vestíbulo? Por que trupe se temos elenco? Por que complô se grassa a conspiração? Aos estrangeirismos que se apegaram ao português feito nhacas, ele propõe um reboco na forma vernácula. Recorde, xorte e imbrólio, no seu ângulo de visão, seriam preferíveis a record, short e imbroglio.

Já diante da possibilidade de confusão que se avizinha com o novo acordo ortográfico, previsto para entrar em vigor nos países lusofalantes a partir de 2009, Cegalla reage com certo agastamento. "Essa reforma é muito tímida e superficial." Queria mais punch, ops!, ousadia para atingir não somente os sinais diacríticos (entre eles o trema, o acento agudo de jibóia e o circunflexo de vôo) como também certas incoerências que se notam no sistema ortográfico brasileiro. Uma desumanidade, por exemplo, é escrever desumano sem h e co-herdeiro com o dito cujo". Ninguém hesitaria em pronunciar corretamente co-herdeiro sem este h, que me parece inútil." Pode parecer perseguição, mas lá vai Cegalla propor a guilhotina nas palavras que começam exatamente com essa mísera letra. Hesitaria seria esitaria; hoje, oje. Assim, de supetão, parecem casos de anencefalia. "Grafa-se hoje porque vem do latim hodie." A bem da simplificação ortográfica, portanto, o h etimológico inicial perderia o emprego.

A bem de romper a estranheza com mudanças, o professor lembra o sistema ortográfico de 1943. Iniciativa da Academia Brasileira de Letras, causou rebuliço porque, entre outras medidas, trocou officio por ofício, psalmo por salmo, attento por atento, rhinoceronte por rinoceronte. "Por ter abolido o th, o ph e as consoantes geminadas inúteis, nossa ortografia, com a espanhola, é das mais avançadas no mundo", categoriza. Sobre sua atração pela língua em si, ele bota o indicador na testa para recobrar o que Eça disse ao amigo Eduardo Prado: "Os brasileiros falam português com açúcar".

Cegalla nasceu duplo "l" em Tijipió, com j e acento no ó, distrito de Tijucas, a cerca de 50 quilômetros de Florianópolis. Lidava com cana-de-açúcar na fazenda do pai, mas o apetite voraz pela leitura não teria vindo da sacarose, e sim de um dom inato. Até os 12 anos deu expansão às suas energias. A partir de então foi enviado a Curitiba para estudar no Colégio Santa Maria, dos irmãos maristas, tradicionalmente dedicados ao ensino. Ainda na capital formou-se em Letras Clássicas pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, não sem antes passar pela hedionda tarefa de trancar a matrícula por quase dois anos para servir no Exército, quando esteve cotado para ser pracinha da FEB. Protocolista na ocasião, enviou um pedido de dispensa ao então ministro da Guerra, Eurico Gaspar Dutra, e ganhou o aval para voltar aos estudos.

ESTRANGEIRISMOS

"Por que hall se temos vestíbulo"

Passada a guerra, o Paraná ficou pequeno para suas ambições profissionais. Rasgou então a estrada até São Paulo, onde deu aulas de português no Colégio Marista do Carmo, perto da Av. Rangel Pestana, até 1952. Amante da beleza, seja na mulher, seja na natureza, virou e revirou um mapa do Rio até pontuar a zona sul. Mudou-se em 1953, decidido a ficar. No Colégio Rio de Janeiro, em Ipanema, ensinou latim e português a turmas do ginásio. No Santo Inácio, em Botafogo, foi mestre de português e também de literatura, com um diferencial: passou a usar a si mesmo nas aulas. Explica-se. Angustiado com o material didático disponível na época, limitado e sem ilustrações, recheado de textos arcaicos e enfadonhos, Cegalla organizou as anotações feitas durante anos em cadernos de brochura até chegar à Novíssima Gramática da Língua Portuguêsa, que levava circunflexo na época. Era já uma gramática normativa, publicada pela Companhia Editora Nacional e abonada por trechos de obras de autores modernos, como Drummond, Cecília Meireles e Luís Jardim. "As frases não podiam ser muito longas e tinham de oferecer um conteúdo ideológico, um colorido poético." Nananinanã, portanto, para "A mulher pôs a água no fogão e começou a mexer a comida". Prefere "Obelisco não é mourão em que se amarram cavalos" ou "Não se atravessam oceanos só para dançar valsas", cujas autorias aqui não revelamos para quiçá atiçar a curiosidade do leitor.

Confessa que o Novíssima da gramática foi idéia dele, tão-somente dele, inspirado nos Novíssimos Estudos da Língua Portuguesa, do gramático Mário Barreto. O superlativo absoluto poderia se configurar um tiro no pé, não fosse Cegalla pioneiro na tarefa de promover uma arrumação tranqüilizadora e consistente nos fatos gramaticais. "Considero a obra dele de grande respeitabilidade dentro da época em que trabalhou com isso", afirma Maria Helena de Moura Neves, livre-docente da Unesp e da Universidade Presbiteriana Mackenzie, autora entre outros de A Gramática Funcional (Martins Fontes) e usuária da gramática de Cegalla quando deu aulas no ensino fundamental e médio há mais de 20 anos.

O sucesso da obra foi tamanho que o professor repousou o giz na lousa após 35 anos de magistério para se dedicar exclusivamente aos pedidos da editora. Além da Novíssima, em sua 47ª edição, assina a Nova Minigramática, o Dicionário Escolar, dois livros de poesia (Canção de Eurídice e Um Brado no Deserto), o Dicionário de Dificuldades (Lexicon Editora) e traduções de Édipo Rei e Antígona diretamente do grego, essa última, premiada com o Jabuti, que Cegalla, aliás, não foi receber. "Estudei grego na faculdade e depois li a gramática grega sete vezes até assimilar a conjugação". No prelo estão os episódios, segundo ele, mais bonitos da Eneida, de Virgílio, dados à luz em português há seis meses por meio do latim. Também está a caminho a Novíssima Gramática já adaptada ao novo acordo ortográfico.

Pelos números da editora, Cegalla vendeu aproximadamente 16 mil exemplares da Novíssima no ano passado, enquanto seu dicionário com mais de 20 mil verbetes, incorporado pelo Programa Nacional do Livro Didático, porém não organizado por ele, chegou a 1,5 milhão de exemplares. Com os direitos autorais acumulados por décadas ele ergueu seu patrimônio, que abraça um imóvel em condomínio fechado no Leblon para uso próprio, da mulher e de um dos quatro filhos, mais apartamentos que aluga a turistas no Rio. Não obstante, ser gramático normativo não lhe rende atualmente verdes louros na academia, avessa a descritivismos tradicionais e defensores arraigados da língua. Seu isolamento também o afastou das rodas lingüísticas, que Cegalla, com toda a delicadeza, considera pouco funcionais. "A prática da língua se aprende na gramática.

"No terceiro andar da casa do Leblon, ele respira imperativos, concordâncias verbais, vozes passivas, sufixos nominais e superlativos absolutos sintéticos eruditos que emanam de aproximadamente 5 mil seletos títulos, a saber, obras completas de Machado, Bandeira, Vinicius, Drummond, Alexandre Herculano e outros que pinça de acordo com a necessidade e o humor. Do último livro que leu, não se lembra. Era autor português novo, e são muitos os autores novos de qual língua quer que seja. As histórias, na verdade, lhe são secundárias.

Escarafuncha a estrutura das frases e, por isso, considera-se moroso na leitura. Leva de uma a duas semanas para terminar um romance médio, também porque as pelejas de futebol roubam algumas de suas noites e tardes. Impossível saber se sempre andou com vagar ou se é a idade que dita seu ritmo. Mas é lépido no gatilho para perceber que alguém se constrange ao se sentar ante um gramático: "Sempre evitei corrigir as pessoas quando falam por outra cartilha". Logo diz para os convivas se acalmarem e conversarem naturalmente, para não terem receio, que não é nenhum bicho-papão. Mas ai de ti se disser cataclisma ou se pedir que coloque menas água no copo. "Aí eu não resisto."

Fonte: O Estado de SP, 5/10/08



Post Scriptum (5/4/20):

Em geral, quando releio textos anteriores ao novo padrão ortográfico da Língua Portuguesa, eu corrijo as palavras. Mas não teria sentido fazer isso neste texto com o Cegalla porque o texto inclusive aborda mudanças que vão ocorrer ou que deveriam ocorrer - na opinião dele - no ano seguinte a esta entrevista. Cegalla faleceu em 2013. 

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Caminhada pós-viagem


Ipê rosa para embelezar a vida e a postagem.

Bom, retornei hoje pela manhã da casa de meus pais em Minas Gerais. Fui para o trabalho e, agora à noite, caminhei 60' para relaxar a musculatura do corpo.

Este ano foi difícil para treinar. Fiz o que foi possível. Espero não ter nenhuma lesão e ter forças para completar a corrida de São Silvestre depois de amanhã.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Caminhada pra relaxar


Ipê rosa na Vila Iara, Osasco.
(a foto é posterior à postagem)

Depois da corrida de ontem, fiz uma caminhada hoje de uns 5 km só para relaxar a musculatura.

Agora à noite, viajo com a família para Uberlândia pra passar o Natal com meus pais.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Corrida - maior percurso do ano!


PS: Ipê vila-iarano para embelezar a postagem.

Apesar do receio que estou da corrida de São Silvestre, daqui a 9 dias, realizei um teste hoje e felizmente passei.

Me concentrei durante o dia e corri agora à noite, após a chuva, cerca de 13 km em 80' em trote leve.

Me saí bem e creio que será possível completar o percurso. Estou contente por meu corpo ter correspondido ao meu comando.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Músicas - Eclético total


SSZZomm totalmente eclético nessa última hora e meia em meu Winamp.

ZZTOP, Zizi Possi, Zico e Zeca, Zezé di Camargo e Luciano, Zero, Zeca Pagodinho, Zé Ramalho...

Fechei com Youssou N'dour & Neneh Cherry - Seven seconds (pra mim, essa música é uma viagem)




Fonte:

O videoclipe está disponível no Youtube e dispõe de diversas formas de acesso a esta música e aos demais trabalhos do artista.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Muita caminhada hoje


Ipê embelezador de postagem (à posteriori).

Pela manhã, caminhei cerca de 5 km, pois fui à pé até a Rodoviária de Osasco. Depois, fui até a loja de aquário perto da regional Osasco do Sindicato. Em seguida, fui até o Plaza Shopping e andei até a minha casa.

No fim do dia, fui andar no Parque Continental, onde, além de andar uns 4 km, fiz 3 tiros de 500 m: 2'25"; 2'15" e 2'05".

Corrida 26'


PS: ipê da Vila Iara embelezador de postagem.

Estive muito cansado para correr durante a semana. Prego total.

Bom, cheguei a casa nesta sexta, troquei de roupa e tchau, fui pra rua correr. Dei uma volta no Parque Continental - cerca de 4,5 km com uma boa subida no percurso.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Mississipi em chamas... E o mundo segue racista!




Refeição Cultural

Cara, sigo a cada instante buscando preencher lacunas e mais lacunas culturais, sejam elas sobre filmes, livros, músicas; sejam elas lacunas científicas, sociológicas etc e tal.

Continuo buscando obras sempre muito comentadas, referenciais e que nos fazem falta por não conhecê-las.

Finalmente, assisti ao filme Mississipi em chamas, vinte anos depois de seu lançamento. Nada mal: lançado quando eu tinha 19 anos e assistido outro tanto de tempo depois.

Ficha Técnica

Mississipi em Chamas (Mississipi Burning)

País/Ano de produção: Estados Unidos, 1988
Duração/Gênero: 122 minutos, Drama/Policial
Direção de Alan Parker
Roteiro de Chris Gerolmo
Elenco: Gene Hackman, Willem Dafoe, Frances McDormand,
Brad Dourif, R. Lee Ermey, Gailard Sartain, Michael Rooker, Stephen Tobolowsky.

COMENTÁRIO

O filme é muito bom.

Nos põe a refletir mesmo: de onde vem tanto ódio? Tanta intolerância ao outro?

Estamos em 2008. Quase meio século depois dos fatos que motivaram aquele "Verão da liberdade"; temos um presidente norte-americano recém-eleito de pele negra. Isso é muito bom para todos nós desta aldeia global.

No entanto, também como no século XX, aumenta por todo o mundo a intolerância ao outro, ao diferente. O mundo volta a respirar todas as formas de discriminação e fobia.

É engraçado e muito triste. A ciência avança e as coisas não mudam. Sabemos que somos todos iguais como raça humana e diferentes como grupos culturais e sociais, e a coisa continua na mesma.

Onde vamos parar?

Lembro aqui o dístico do grupo Alphaville: 

"Hoping for the best 
but expecting the worst" (Forever Young)


That's all!!

--------------

Post Scriptum (5/4/20):

Respondendo à pergunta que fiz ao final da reflexão, "Onde vamos parar?", hoje é possível dizer, mesmo não sabendo ainda aonde vai chegar a distopia atual: com o ódio e intolerância, em 2020, paramos em Trump e Bolsonaro. Mas tem espaço pra piorar; quem sabe até a gente extinguir a raça humana, que parece não ter dado certo no mundo...

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Instantes de fim de ano


PS: ipê na Vila Iara, para alegrar a postagem.

Estou no prego total. Não estou fazendo nada depois do trabalho.

Ontem, assisti ao filme (desenho) Madagascar, em casa.

Estou lendo um pouquinho de Saramago - Todos os Nomes. Uma coisinha aqui, outra ali. E só.

Lição 5 do CD-Rom 2 de Inglês


Meu mundo, visão de janela.

O curso apresenta um bom programa. Estou relembrando muito vocabulário e aprendendo coisas que nunca soube da Língua Inglesa.

O curso é de Inglês Britânico.

Ontem, fiz a lição 4.