quarta-feira, 11 de março de 2009

terça-feira, 10 de março de 2009

Lendo Os Sertões, de Euclydes da Cunha




Refeição Cultural

A Nota Preliminar do livro, feita pelo autor, já nos diz tudo sobre quem, quando, onde, por que e pra que, ou seja, nos situa sobre a ideia, nem sempre clara, da importância para o receptor da obra e ou leitor, de saber situar quem fala o que a quem.

Que qualquer discurso é dito por alguém que sempre tem posição e fala de algum lugar. Poucos leitores têm clara esta visão, o que faz da leitura uma meia-leitura. O que não é de todo ruim. É melhor ler do que não ler.

A esperança minha sempre é das releituras, em novas oportunidades da existência, com novas bagagens de crescimento intelectual nos indivíduos.

Não cito agora a Nota Preliminar. Esta merece estar aqui inteira, pois cada parágrafo é tudo que representa a obra e o autor. Fica pra outra hora.

Alguns excertos interessantes da leitura de hoje:

- "pelos campos de criação avermelhavam, nodoando-os, os montões de argila revolvida das catas entorroadas; e da envergadura atlética do vaqueiro surgira, destemeroso, o jagunço"

- "imaginemos que dentro do arcabouço titânico do vaqueiro estale, de súbito, a vibratibilidade incomparável do bandeirante. Teremos o jagunço"

- "ao passo que as caatingas são um aliado incorruptível do sertanejo em revolta. Entram também de certo modo na luta. Armam-se para o combate; agridem. Trançam-se, impenetráveis, ante o forasteiro, mas abrem-se em trilhas multívias, para o matuto que ali nasceu e cresceu"

A CAATINGA É ALIADA DO SERTANEJO...


Bibliografia:

CUNHA, Euclydes da. Os Sertões. In: Grandes Nomes do Pensamento Brasileiro. Coleção Folha de São Paulo, Publifolha 2000.

sábado, 7 de março de 2009

Programa do Concurso de Diplomata


Barão do Rio Branco.

Comentário do blog:

Duas ou três vezes na vida, me interessei por essa área de concursos públicos. Cheguei a prestar o concurso na época que estudava para alguns tipos de carreiras. As matérias abaixo são referências de estudos para a carreira de diplomata brasileiro. Se não estiver enganado, é para um concurso do ano de 2009. Enfim, é só para que se saiba um pouco da exigência mínima de conhecimentos para essa função pública.

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PORTUGUÊS (Primeira e Segunda Fases): 1 Língua Portuguesa: modalidade culta usada contemporaneamente no Brasil. 1.1 Sistema gráfico: ortografia, acentuação e pontuação; legibilidade. 1.2 Morfossintaxe. 1.3 Semântica. 1.4 Vocabulário. 2 Leitura e produção de textos. 2.1 Compreensão, interpretação e análise crítica de textos em língua portuguesa. 2.2 Conhecimentos de Linguística, Literatura e Estilística: funções da linguagem; níveis de linguagem; variação linguística; gêneros e estilos textuais; textos literários e não-literários; denotação e conotação; figuras de linguagem; estrutura textual. 2.3 Redação de textos dissertativos dotados de fundamentação conceitual e factual, consistência argumentativa, progressão temática e referencial, coerência, objetividade, precisão, clareza, concisão, coesão textual e correção gramatical. 2.3.1 Defeitos de conteúdo: descontextualização, generalização, simplismo, obviedade, paráfrase, cópia, tautologia, contradição. 2.3.2 Vícios de linguagem e estilo: ruptura de registro linguístico, coloquialismo, barbarismo, anacronismo, rebuscamento, redundância e linguagem estereotipada.

Bibliografia obrigatória:

ASSIS, Machado de. Esaú e Jacó.
FREYRE, Gilberto. Casa Grande & Senzala.
FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil. (Post Scriptum: concluí a leitura anos depois. Ver aqui no blog sobre Celso Furtado)
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil (Post Scriptum: ler aqui sobre a obra) e Visão do Paraíso.
NABUCO, Joaquim. Minha Formação.

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HISTÓRIA DO BRASIL (Primeira e Terceira Fases): 1. O período colonial. A Configuração Territorial da América Portuguesa. O Tratado de Madri e Alexandre de Gusmão. 2. O processo de independência. Movimentos emancipacionistas. A situação política e econômica europeia. O Brasil sede do Estado monárquico português. A influência das ideias liberais e sua recepção no Brasil. A política externa. O Constitucionalismo português e a Independência do Brasil. 3. O Primeiro Reinado (1822-1831). A Constituição de 1824. Quadro político interno. Política exterior do Primeiro Reinado. 4. A Regência (1831-1840). Centralização versus Descentralização: reformas institucionais. (o Ato Adicional de 1834) e revoltas provinciais. A Dimensão Externa. 5. O Segundo Reinado (1840-1889). O Estado centralizado; mudanças institucionais; os partidos políticos e o sistema eleitoral; a questão da unidade territorial. Política externa: as relações com a Europa e Estados Unidos; questões com a Inglaterra; a Guerra do Paraguai. A questão da escravidão. Crise do Estado Monárquico. As questões religiosa, militar e abolicionista. Sociedade e Cultura: população, estrutura social, vida acadêmica, científica e literária. Economia: a agroexportação; a expansão econômica e o trabalho assalariado; as políticas econômico-financeiras; a política alfandegária e suas consequências. 6. A Primeira República (1889-1930). A Proclamação da República e os governos militares. A Constituição de 1891. O regime oligárquico: a “política dos estados”; coronelismo; sistema eleitoral; sistema partidário; a hegemonia de São Paulo e Minas Gerais. A economia agroexportadora. A crise dos anos 1920: tenentismo e revoltas. A Revolução de 1930. A política externa: a obra de Rio Branco; o pan-americanismo; a II Conferência de Paz da Haia (1907); o Brasil e a Grande Guerra de 1914; o Brasil na Liga das Nações. Sociedade e cultura: o Modernismo. 7. A Era Vargas (1930-1945). O processo político e o quadro econômico-financeiro. A Constituição de 1934. A Constituição de 1937: o Estado Novo. O contexto internacional dos anos 1930 e 1940; o Brasil e a Segunda Guerra Mundial. Industrialização e legislação trabalhista. Sociedade e cultura. 8. A República Liberal (1945-1964). A nova ordem política: os partidos políticos e eleições; a Constituição de 1946. Industrialização e urbanização. Política externa: relações com os Estados Unidos; a Guerra Fria; a “Operação Pan-americana”; a “política externa independente”; o Brasil na ONU. Sociedade e cultura. 9. O Regime Militar (1964-1985). A Constituição de 1967 e as modificações de 1969. O processo de transição política. A economia. Política externa: relações com os Estados Unidos; o “pragmatismo responsável”; relações com a América Latina, relações com a África; o Brasil na ONU. Sociedade e cultura. 10. O processo democrático a partir de 1985. A Constituição de 1988. Partidos políticos e eleições. Transformações econômicas. Impactos da globalização. Mudanças sociais. Manifestações culturais. Evolução da política externa. Mercosul. O Brasil na ONU.

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HISTÓRIA MUNDIAL (Primeira Fase): 1. Estruturas e ideias econômicas. Da Revolução Industrial ao capitalismo organizado: séculos XVIII a XX. Características gerais e principais fases do desenvolvimento capitalista (desde aproximadamente 1780). Principais ideias econômicas: da fisiocracia ao liberalismo. Marxismo. As crises e os mecanismos anticrise: a Crise de 1929 e o “New Deal”. A prosperidade no segundo pós-guerra. O “Welfare State” e sua crise. O Pós-Fordismo e a acumulação flexível. 2. Revoluções. As revoluções burguesas. Processos de independência na América. Conceitos e características gerais das revoluções contemporâneas. Movimentos operários: luditas, cartistas e “Trade Unions”. Anarquismo. Socialismo. Revoluções no século XX: Rússia e China. Revoluções na América Latina: os casos do México e de Cuba. 3. As Relações Internacionais. Modelos e interpretações. O Concerto Europeu e sua crise (1815-1918): do Congresso de Viena à Santa Aliança e à Quádrupla Aliança, os pontos de ruptura, os sistemas de Bismarck, as Alianças e a diplomacia secreta. As rivalidades coloniais. A Questão Balcânica (incluindo antecedentes e desenvolvimento recente). Causas da Primeira Guerra Mundial. Os 14 pontos de Wilson. A Paz de Versalhes e a ordem mundial resultante (1919-1939). A Liga das Nações. A “teoria dos dois campos” e a coexistência pacífica. As causas da Segunda Guerra Mundial. As conferências de Moscou, Teerã, Ialta, Potsdam e São Francisco e a ordem mundial decorrente. Bretton Woods. O Plano Marshall. A Organização das Nações Unidas. A Guerra Fria: a noção de bipolaridade (de Truman a Nixon). Os conflitos localizados. A “détente”. A “segunda Guerra Fria” (Reagan-Bush). A crise e a desagregação do bloco soviético. 4. Colonialismo, imperialismo, políticas de dominação. O fim do colonialismo do Antigo Regime. A nova expansão europeia. Os debates acerca da natureza do Imperialismo. A partilha da África e da Ásia. O processo de dominação e a reação na Índia, China e Japão. A descolonização. A Conferência de Bandung. O Não-Alinhamento. O conceito de Terceiro Mundo. 5. A evolução política e econômica nas Américas. A expansão territorial nos EUA. A Guerra de Secessão. A constituição das identidades nacionais e dos Estados na América Latina. A doutrina Monroe e sua aplicação. A política externa dos EUA na América Latina. O Pan-Americanismo. A OEA e o Tratado do Rio de Janeiro. As experiências de integração nas Américas. 6. Ideias e regimes políticos. Grandes correntes ideológicas da política no século XIX: liberalismo e nacionalismo. A construção dos Estados nacionais: a Alemanha e a Itália. Grandes correntes ideológicas da política no século XX: democracia, fascismo, comunismo. Ditaduras e regimes fascistas. O novo nacionalismo e a questão do fundamentalismo contemporâneo. O liberalismo no século XX. 7. A vida cultural. O movimento romântico. A cultura do imperialismo. As vanguardas europeias. O modernismo. A pós-modernidade.

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Expansão colonial e GEOGRAFIA (Primeira e Terceira Fases): 1. História da Geografia: 1.1 Pensamento geográfico. 1.2 A Geografia moderna e a questão nacional na Europa. 1.3 As principais correntes metodológicas da Geografia. 2. A Geografia da População. 2.1 Distribuição espacial da população no Brasil e no mundo. 2.2 Os grandes movimentos migratórios internacionais e intranacionais. 2.3. Dinâmica populacional e indicadores da qualidade de vida das populações. 3. Geografia Econômica. 3.1 Globalização e divisão internacional do trabalho. 3.2 Formação e estrutura dos blocos econômicos internacionais. 3.3. Energia, logística e reordenamento territorial pós-fordista. 3.4. Disparidades regionais e planejamento no Brasil. 4. Geografia Agrária. 4.1 Distribuição geográfica da agricultura e pecuária mundiais. 4.2 Estruturação e funcionamento do agronegócio no Brasil e no mundo. 4.3. Estrutura fundiária, uso da terra e relações de produção no campo brasileiro. 5. Geografia Urbana. 5.1. Processo de urbanização e formação de redes de cidades. 5.2. Conurbação, metropolização e cidades-mundiais. 5.3. Dinâmica intra-urbana das metrópoles brasileiras. 5.4. O papel das cidades-médias na modernização do Brasil. 6. Geografia Política. 6.1. Teorias geopolíticas e poder mundial. 6.2. Temas clássicos da Geografia Política: as fronteiras e as formas de apropriação política do espaço. 6.3. Relações Estado e território. 6.4. Formação territorial do Brasil. 7. Geografia e gestão ambiental. 7.1. O meio ambiente nas relações internacionais: avanços conceituais e institucionais 7.2. Macrodivisão natural do espaço brasileiro: biomas, domínios e ecossistemas 7.3. Política e gestão ambiental no Brasil.

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POLÍTICA INTERNACIONAL (Primeira e Terceira Fases): 1. Relações internacionais: conceitos básicos, atores, processos, instituições e principais paradigmas teóricos. 2. A política externa brasileira: evolução desde 1945, principais vertentes e linhas de ação. 3. O Brasil e a América do Sul. Mercosul. 4. A política externa argentina. A Argentina e o Brasil. 5. A política externa norte-americana e relações com o Brasil. 6. Relações do Brasil com os demais países do hemisfério. 7. Política externa francesa e relações com o Brasil. 8. Política externa inglesa e relações com o Brasil. 9. Política externa alemã e relações com o Brasil. 10. A União Europeia e o Brasil. 11. Política externa russa e relações com o Brasil 12. A África e o Brasil. 13. A política externa da China, da Índia e do Japão; relações com o Brasil. 14. Oriente Médio: a questão palestina; Iraque; Irã. 15. A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. 16. A agenda internacional e o Brasil: 16.1 Desenvolvimento; 16.2 Pobreza e ações de combate à fome; 16.3 Meio ambiente; 16.4 Direitos Humanos; 16.5 Comércio internacional e Organização Mundial do Comércio (OMC); 16.6 Sistema financeiro internacional; 16.7 Desarmamento e não-proliferação; 16.8 Terrorismo; 16.9 Narcotráfico; 16.10 A reforma das Nações Unidas.

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INGLÊS (Primeira e Terceira Fases): Primeira Fase: 1. Compreensão de textos escritos em língua inglesa. 2. Itens gramaticais relevantes para compreensão dos conteúdos semânticos. Terceira Fase: 1 Redação em língua inglesa: expressão em nível avançado; domínio da gramática; qualidade e propriedade no emprego da linguagem; organização e desenvolvimento de ideias. 2. Versão do Português para o Inglês: fidelidade ao texto-fonte; respeito à qualidade e ao registro do texto-fonte; correção morfossintática e lexical. 3. Tradução do Inglês para o Português: fidelidade ao texto-fonte; respeito à qualidade e ao registro do texto-fonte; correção morfossintática e lexical. 4. Resumo: capacidade de síntese e de reelaboração em Inglês correto.

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NOÇÕES DE ECONOMIA (Primeira e Terceira Fases): 1. Microeconomia. 1.1. Demanda do Consumidor. Preferências. Curvas de indiferença. Restrição orçamentária. Equilíbrio do consumidor. Mudanças de equilíbrio, efeito-preço, efeito-renda e efeito-substituição. Taxa marginal de substituição. Curva de demanda. Deslocamento da curva e ao longo da curva. Elasticidade-preço e elasticidade-renda. Classificação de bens. Excedente do consumidor. 1.2. Oferta do Produtor. Fatores de produção. Função de produção. Isoquantas. Elasticidade-preço da oferta. Rendimentos de fator. Rendimentos de escala. Custos de produção. Excedente do produtor. 1.3. Concorrência Perfeita, Monopólio, Concorrência Monopolística e Oligopólio. Comportamento das empresas. Determinação de preços e quantidades de equilíbrio. 2. Macroeconomia. 2.1. Contabilidade Nacional. Os conceitos de Produto e Renda Interna, Produto e Renda Nacional, Renda Disponível Bruta, Poupança Bruta Doméstica e capacidade ou necessidade de Financiamento Externo. Conceitos e cálculo do Déficit Público. A Conta de Balanço de Pagamentos: estrutura e cálculo do resultado do Balanço. Números Índices. Deflator Implícito e Índices de Preço ao Consumidor. 2.2. Evolução do pensamento macroeconômico. Keynesianismo, monetarismo e escolas posteriores. 2.3. Mercado de trabalho. Determinação do nível de emprego. 2.4. Funções da moeda. Criação e distribuição de moeda. Oferta da moeda e mecanismos de controle. Procura da moeda. Papel do Banco Central. Moeda e preços no longo prazo. 2.5. Poupança e investimento. Sistema financeiro. 2.6. Flutuações econômicas no curto prazo. Oferta e demanda agregadas. Papel das políticas monetária e fiscal. Inflação e desemprego. 3. Economia internacional. 3.1. Política comercial. Efeitos de tarifas, quotas e outros instrumentos de política governamental. 3.2. Teorias clássicas do comércio. Vantagens absolutas e comparativas. Pensamento neoclássico e liberalismo comercial. 3.3. A crítica de Prebisch e da Cepal. 3.4. Noções de macroeconomia aberta. Os fluxos internacionais de bens e capital. Regimes de câmbio. Taxa de câmbio nominal e real. 4. Economia Brasileira. 4.1. A economia brasileira no Século XIX. 4.2. Políticas econômicas e evolução da economia brasileira na Primeira República. 4.3. A crise de 1929 e a industrialização brasileira na década dos trinta. O impacto da Segunda Guerra sobre a economia brasileira e os desdobramentos subsequentes. 4.4. A Nova Fase de Industrialização. O Plano de Metas. 4.5. O Período 1962-1967. A desaceleração no crescimento. Reformas no sistema fiscal e financeiro. Políticas anti-inflacionárias. Política salarial. 4.6. A Retomada do Crescimento 1968-1973. A desaceleração e o segundo PND. 4.7. A crise dos anos oitenta. A interrupção do financiamento externo e as políticas de ajuste. Aceleração inflacionária e os planos de combate à inflação. 4.8. Os anos noventa. Abertura comercial e financeira. A indústria, a inflação e o balanço de pagamentos. 4.9. Pensamento econômico e desenvolvimentismo no Brasil.

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NOÇÕES DE DIREITO E DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO (Primeira e Terceira Fases): I - Noções de direito e ordenamento jurídico brasileiro. 1. Normas jurídicas. Características básicas. Hierarquia. 2. Constituição: conceito, classificações, primado da Constituição, controle de constitucionalidade das leis e dos atos normativos. 3. Fatos e atos jurídicos: elementos, classificação e vícios do ato e do negócio jurídico. Personalidade jurídica no direito brasileiro. 4. Estado: características, elementos, soberania, formas de Estado, confederação, república e monarquia, sistemas de governo (presidencialista e parlamentarista), estado democrático de direito. 5. Organização dos poderes no direito brasileiro. 6. Processo legislativo brasileiro. 7. Princípios, direitos e garantias fundamentais da Constituição Federal de 1988 (CF/88). 8. Noções de organização do Estado na CF/88: competências da União, dos Estados-membros e dos municípios; características do Distrito Federal. 9. Atividade administrativa do Estado brasileiro: princípios constitucionais da administração pública e dos servidores públicos, controle de legalidade dos atos da Administração. 10. Responsabilidade civil do Estado no direito brasileiro. II – Direito internacional público. 1. Caráter jurídico do direito internacional público (DIP): fundamento de validade da norma jurídica internacional; DIP e direito interno; DIP e direito internacional privado (Lei de Introdução ao Código Civil). 2. Fontes do DIP: Estatuto da Corte Internacional de Justiça (artigo 38); atos unilaterais do Estado; decisões de organizações internacionais; normas imperativas (jus cogens). 3. Sujeitos do DIP: Estados [conceito; requisitos; território; população (nacionalidade, condição jurídica do estrangeiro, deportação, expulsão e extradição); governo e capacidade de entrar em relações com os demais Estados; surgimento e reconhecimento (de Estado e de governo); sucessão; responsabilidade internacional; jurisdição e imunidade de jurisdição; diplomatas e cônsules: privilégios e imunidades]; organizações internacionais (definição, elementos constitutivos, classificação, personalidade jurídica), Organização das Nações Unidas (ONU); Santa Sé e Estado da Cidade do Vaticano; Indivíduo. 4. Solução pacífica de controvérsias internacionais (artigo 33 da Carta da ONU): meios diplomáticos, políticos e jurisdicionais (arbitragem e tribunais internacionais). 5. Direito internacional dos direitos humanos: proteção (âmbito internacional e regional); tribunais internacionais; direito internacional humanitário; direito do refugiado. 6. Direito da integração: noções gerais; MERCOSUL e União Europeia (gênese, estrutura institucional, solução de controvérsias). 7. Direito do comércio internacional: conhecimentos elementares; Organização Mundial do Comércio (gênese, estrutura institucional, solução de controvérsias). 8. Cooperação jurídica internacional em matéria penal.

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ESPANHOL (Quarta Fase): Leitura e compreensão de textos em língua espanhola, na modalidade culta contemporânea. A avaliação das respostas, que deverão ser em língua espanhola, se pautará pelos seguintes critérios: a) correção gramatical; b) compreensão textual; c) organização e desenvolvimento de ideias; d) qualidade da linguagem.

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FRANCÊS (Quarta Fase): Leitura e compreensão de textos em língua francesa, na modalidade culta contemporânea. A avaliação das respostas, que deverão ser em língua francesa, se pautará pelos seguintes critérios: a) correção gramatical; b) compreensão textual; c) organização e desenvolvimento de ideias; d) qualidade da linguagem.


Um dia diferente: luta cidadã contra a mídia-podre e depois um assalto!




Momentos discrepantes...

Me senti um cidadão atuante hoje pela manhã em manifestação na porta da Folha de São Paulo, onde cerca de 400 pessoas protestaram contra a tentativa de revisionismo da dita-cuja em relação ao desgraçado regime militar brasileiro, "Ditabranda" para a família Frias, parceira da ditadura militar.

Me senti um bosta na volta para casa quando eu e mais várias pessoas foram assaltados por um grupo de marginais pé-rapados e armados na passarela da CPTM, na estação de Presidente Altino, perto de onde moro. Não foi a primeira, nem a segunda e acho que não será a última vez em que participo, como vítima, da violência marginal do país.

Estou muito chateado para falar a respeito, mas não sei mais se sou humanista. Preciso refletir melhor a respeito. Para mim, bandido que rouba de pobre e de trabalhadores não merece estar vivo. Assim como acho que alguns figurões magnatas corruptos ou servos destes também não merecem a vida.

Como se vê, estou amargo para falar a respeito.

William

sexta-feira, 6 de março de 2009

Corrida sexteira




Caminhei e corri hoje pela manhã com a tradicional apreciação de uma garapa pra começar.

Corri 4 Km e andei cerca de 4,5 Km. Estava muuuiitto quente, mesmo sendo de manhã.


quinta-feira, 5 de março de 2009

Caminhada e corrida




Consegui pelo terceiro dia o ideal de caminhar e correr com frequência.

Hoje pela manhã, caminhei 6 Km sendo 3 correndo em trote leve.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Os caminhos da Geografia




Comecei a ler o livro de escola de meu filho Geografias: terra e cultura na América Latina de Maria Sirley dos Santos.

Interessante!

Vamos lá para os dados que me chamaram a atenção:

O estudo da geografia apresenta duas linhas de abrangência:

-Geografia como o estudo da Terra.
-Geografia que trata das relações entre o Homem e a Natureza.

Immanuel Kant, alemão, definia duas classes de ciências:

-Especulativas, apoiadas na razão.
-Empíricas, apoiadas na observação e nas sensações.

As empíricas divididas em:

-Antropologia, conhecimentos relativos ao Homem.
-Geografia, conhecimentos sobre a Natureza.

Curiosidades

Charles Darwin leu a obra "Ensaios sobre a população" do Reverendo Tomas Malthus.

Chamou-lhe a atenção o fato de que deveria haver disputa e seleção na natureza já que havia mais animais que alimentos.

Montesquieu, filósofo francês, autor de "O Espírito das Leis", dedicou um capítulo do livro para analisar a ação do meio sobre o caráter dos povos. Chegou a conclusões bem deterministas, mas afirma:

-povos das montanhas = mais pacíficos
-povos das planícies = mais guerreiros

Curiosidades II

Diz-se que o primeiro uso da palavra "geografia" vem de Aristóteles para referir-se ao conjunto de conhecimentos sobre a Terra.

História da Geografia:

1a etapa - pré-história da geografia até o século XV (Sodré).

2a etapa - viagem de circunavegação da Terra por Fernando de Magalhães e descobrimentos

+ Teoria Heliocêntrica - Nicolau Copérnico
+ Teoria do movimento de rotação da Terra - Galileu Galilei
+ aperfeiçoamento dos telescópios - Galileu Galilei

3a etapa - Desenvolvimento científico da Geografia no século XIX

Humboldt (Geografia Pura) e Ritter (relação com o homem), alemães, seriam os "pais da Geografia".

Curiosidades III

Unificação da Alemanha, se deu somente em 1870. Antes era um conjunto de ducados, feudos etc.

Em 1815, Confederação Germânica unifica principados alemães + reinos da Áustria e da Prússia.

Alemanha - Questão do Espaço = Ratzel "Geografia Política" e ideia do ESPAÇO VITAL.


Corrida matinal




Pela manhã, andei e corri 6 Km, sendo 3 Km em trote rápido em circuito com aclive. Fiz em 16'30".


terça-feira, 3 de março de 2009

Gramsci fala a respeito da grande mídia


Comentário do Blog:

Este excerto me foi enviado pelo companheiro Sérgio Braga, um dos maiores pensadores do movimento sindical brasileiro até os anos 2008, para dialogar com o artigo que eu havia feito no site da Contraf-CUT sobre a imprensa comercial (P.I.G.) ser inimiga da classe trabalhadora. O artigo pode ser lido aqui.


Gramsci.

Apenas para recordar, transcrevo abaixo uma parte do texto de Antonio Gramsci escrito em 1916, acerca dos jornais e os operários:

“Antes de mais, o operário deve negar decididamente qualquer solidariedade com o jornal burguês. Deveria recordar-se sempre, sempre, sempre, que o jornal burguês (qualquer que seja sua cor) é um instrumento de luta movido por ideias e interesses que estão em contraste com os seus. Tudo o que se publica é constantemente influenciado por uma ideia: servir a classe dominante, o que se traduz sem dúvida num fato: combater a classe trabalhadora. E, de fato, da primeira à última linha, o jornal burguês sente e revela esta preocupação. Mas o pior reside nisto: em vez de pedir dinheiro à classe burguesa para subvencionar a obra de defesa exposta em seu favor, o jornal burguês consegue fazer-se pagar pela própria classe trabalhadora que ele combate sempre. E a classe trabalhadora paga, pontualmente, generosamente. Centenas de milhares de operários contribuem regularmente todos os dias com seu dinheiro para o jornal burguês, aumentando a sua potência. Por quê? Se perguntarem ao primeiro operário que encontrarem no elétrico ou na rua, com a folha burguesa desdobrada à sua frente, ouvirão esta resposta: É porque tenho necessidade de saber o que há de novo. E não lhe passa sequer pela cabeça que as notícias e os ingredientes com as quais são cozinhadas podem ser expostos com uma arte que dirija o seu pensamento e influa no seu espírito em determinado sentido. E, no entanto, ele sabe que tal jornal é conservador, que outro é interesseiro, que o terceiro, o quarto e quinto estão ligados a grupos políticos que têm interesses diametralmente opostos aos seus. Todos os dias, pois, sucede a este mesmo operário a possibilidade de poder constatar pessoalmente que os jornais burgueses apresentam os fatos, mesmo os mais simples, de modo a favorecer a classe burguesa e a política burguesa com prejuízo da política e da classe operária. Rebenta uma greve? Para o jornal burguês os operários nunca têm razão. Há manifestação? Os manifestantes, apenas porque são operários, são sempre tumultuosos, facciosos, malfeitores.”

‘É verdade que não estamos em 1916, mas qualquer semelhança não é mera coincidência.


Sérgio Braga
Funcionário do BB
Foi grande liderança sindical bancária


Poema: A indiferença - Bertolt Brecht




Bertolt Brecht

A INDIFERENÇA

Primeiro, levaram os comunistas,
mas eu não me importei
porque não era nada comigo.

Em seguida, levaram alguns operários
mas, a mim não me afetou
porque eu não sou operário.

Depois prenderam os sindicalistas
mas, eu não me incomodei
porque nunca fui sindicalista.

Logo a seguir chegou a vez
de alguns padres mas,
como nunca fui religioso,
também não liguei.

Agora, levaram-me a mim
e, quando me apercebi,
já era tarde.


Caminhada e corrida matinal




Hoje pela manhã, caminhei e corri um pouco. Cerca de 6 Km, sendo 2 Km em corrida leve. De quebra tomei um delicioso caldo de cana - garapa.

Foi só pra começar o longo dia de trabalho que teria pela frente.


domingo, 1 de março de 2009

Corrida sob forte calor




Hoje, saí para correr pensando em fazer um longão, mas o calor estava impossível.

Acabei correndo uns 4 Km e caminhando uns 5 Km.

Mas, devagar e sempre se vai ao longe, como dizem por aí.


Post Scriptum:

Estava jogando fora papéis velhos, agendas e que tais. Encontrei a anotação abaixo sobre uma pesquisa que fiz para ser um pouco menos ignorante.

"Osasco, 1º de março de 2009

Eu não sei o que quer dizer 'pressupostos ontológicos'.

Ontologia: S.F. Parte da filosofia que trata da natureza do ser. Adj. Ontológico (mini Aurélio)

Larousse - parte da filosofia que se ocupa do ser. 'a definição de uma coisa se refere à sua essência e a distingue de suas propriedades, acidentes ou modos; assim, a essência (o ser) é aquilo que permite a inteligibilidade de algo (o ente)'.

'as essências se diferenciam das existências'.

ONTOLÓGICO - que diz respeito ao ser, por oposição a ÔNTICO, que se refere ao ente."


Artigo - A grande imprensa é inimiga da classe trabalhadora


Quem é atrelado a quem, caras-pálidas?

A Folha de São Paulo estampa neste domingo, em sua capa, crítica ao movimento sindical, destacando que há "despreparo" dos representantes dos trabalhadores e "atrelamento" da CUT ao governo. É engraçado! Quem é atrelado a quem?

A CUT E SEUS SINDICATOS não aceitam esse conhecido estratagema da elite mancomunada com os empresários da mídia para tentar alienar a classe trabalhadora sobre quem representa quem nos dois lados do embate entre Capital e Trabalho.

CHEGA de mentiras e ilações plantadas pela direita, pelos empresários e seus asseclas da grande imprensa.

Quem é a Folha de São Paulo para falar de movimento sindical e principalmente da CUT - Central Única dos Trabalhadores? Quem essa família Frias pensa que é?

Por acaso, esse jornalão de empresários paulistas é o mesmo que dias atrás abriu a maior polêmica com os movimentos de direitos humanos e pessoas de bem do país ao querer reescrever a história recente do Brasil e chamar a ditadura militar de "ditabranda".

Com certeza, nenhum parente ou agregado da família Frias foi vítima da "ditabranda" que "matou menos" que as outras. Aliás, no período da ditadura militar brasileira, a Folha fez foi crescer. Estranho, não?

Existe uma luta de classes em andamento, como sempre houve.

Mais que isso, existe uma disputa de projeto de hegemonia para o Brasil e a América Latina, que se dará daqui a 18 meses, quando teremos eleições presidenciais no país, que hoje é referência para o "primeiro" mundo, em crise muito mais grave que a nossa.

A grande mídia dos empresários está p. da vida pelo fato de a CUT não ter cedido à ladainha bem orquestrada de redução de salários, pautada insistentemente por Globo, Editora Abril e jornalões. Apoiada, infelizmente, pela Força Sindical, criada no início da década de 90 para isso mesmo.

É evidente que em momentos de crise, as diferenças de princípios afloram entre as diversas matizes do movimento sindical.

A CUT chamou a classe trabalhadora à unidade desde sua criação e não foi diferente durante os últimos anos, em que avançamos em diversas conquistas para o povo brasileiro como a política de aumento do salário mínimo, que é uma das grandes responsáveis pelo aumento da renda do trabalho e pelo crescimento interno brasileiro que fez com que o Brasil sentisse de forma menos intensa a crise financeira internacional que está levando vários países à bancarrota.

Quando a Força Sindical aceitou de cara a redução de salários proposta pelos capitalistas, a CUT se apresentou DIZENDO NÃO e mudando a pauta até então imposta pela grande imprensa e organizou os trabalhadores para o enfrentamento, além de COBRAR SIM dos governos que exigissem contrapartidas sociais aos setores beneficiados pelos pacotes anticrises e benefícios fiscais.

A CUT e seus sindicatos seguirão lutando pela manutenção do emprego e do salário e, por aumento real, porque foi essa política que distribuiu renda e fez com que o Brasil crescesse nos últimos seis anos, inclusive o setor empresarial, que não enxerga um palmo à frente do nariz, pois cortar emprego e salário é cortar consumo e cortar consumo é reduzir os ganhos das empresas e o ciclo da renda produtiva no país.

Agora, quanto a quem está atrelado a quem, basta ver alguns fatos não muito divulgados para perceber.

Leia um pouco sobre o PSDB e José Serra enchendo os cofres da Editora Abril com dinheiro público em blogs do Paulo Henrique Amorim e Luís Nassif.

É evidente que as publicações da Abril como revista Veja e outras tranqueiras não vão falar mal e contra o que pensam esses senhores feudais paulistas.

O que dizer então de O Estadão, que foi favorável ao golpe militar em 1964? Alguém da classe trabalhadora pode se basear em informações da Folha "Ditabranda"?

E a Rede Marinhos Globo e William Bonner, que diz ser o povo brasileiro um monte de Homer Simpson, o simplório e simpático cidadão cabeça-vazia?


Trabalhadores e POVO brasileiro, uni-vos contra os falsos formadores de opinião, paus-mandados do Capital!!

William Mendes


Fonte: Artigo publicado originalmente na página da Contraf-CUT.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Society - Eddie Vedder





Society

Eddie Vedder
Composição: Jerry Hannan


It's a mystery to me
We have a Greed
With which we have agreed

And you think you have to
Want more than you need
Until you have it all
You won't be Free

Society
You're a crazy breed
I hope you're not lonely
Without me

When you want more than you have
You think you need
And when you think more than you want
Your thoughts begin to bleed

I think I need to find a bigger place
Cause when you have
More than you think
You need more space

Society
Crazy indeed
Hope you're not lonely
Without me...

There's those thinking more less
Less is more
But if less is more,
How you keeping score?

Means for every point you make
Your level drops
Kinda like you're startin from the top
And you can't do that

Society
You're a crazy breed
Hope you're not lonely
without me

Society
Crazy indeed
Hope you're not lonely
Without me

Society
Have mercy on me
Hope you're not angry
If I disagree

Society
You're a crazy breed
Hope you're not lonely
without me


Fonte: Álbum de Eddie Vedder: Into the Wild

Caminhada ao sol




Depois de dias cansativos de trabalho, em que não tive pique para correr, hoje fiz uma caminhada na tarde ensolarada. Sem protetor solar, que nunca uso e não poderei reclamar amanhã caso me venha algo decorrente disso. 

Andei uns 7 km. 

Pretendo correr amanhã.

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Post Scriptum (17/6/22):

Câncer de pele - Ao revisar as postagens do ano de 2009, não poderia deixar de comentar nesta aqui que a prática do não uso de protetor solar me trouxe um carcinoma basocelular na cabeça descoberto e retirado por cirurgia no final do ano de 2021... que foda, heim?