terça-feira, 10 de novembro de 2009

Simbolismo


Simbolismo...
diferente dos outros ismos (como as escolas políticas
[ideolosociais)
este tem a ver com o movimento literário do 19º para o 20º
[século,
desencanto, desilusão, des des des... (tão atual!)

Inconformados com a modernidade chegante e reinante,
alguns...
diferentemente dos românticos que viam na trágica morte uma
[solução,
viam na vida uma espera (sem suicídios)
viam na morte uma solução...
mas diferente.
Para essa, esperavam... eram ânsias.

A morte, o fim... o começo.
O desintegrar-se para a integração... total.

O desfazer-se para se refazer na totalidade da natureza,
lugar benfazejo,
lugar das sensações totais... abissais... florais... podridões
[sensacionais...

Enquanto o eu-puro de Fitche era o absinto dos românticos;
o desmanchar-se para a interação ontológica dos simbólicos
(que nem deveriam ser simbólicos, haja vista que as construções
[nada instantâneas e nada coletivas tudo levavam de pessoais,
[desvirtuando o próprio princípio simbológico)

E hoje...
Século depois...
Desilusão, desencanto, des des des...
(e ainda bem que a esperança venceu o medo!)

Mesmo assim...
desesperança.
São tantas mortes, tantas vidas-subvidas, vidas severinas...
mas também tantas gravatas... (pensam com as gravatas – não
[importa a idade...)
pensam com o ódio, com a não-vida, com o ópio,
com o ócio, com o sem-valor (sem calor)
na verdade... sem amor.

Eh!
A continuar...
O debate... o embate...
Vida e morte, morte e vida
Ter ou ser, ser sem ter?! (será possível?)
...


Wmofox (13.11.03)

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